Estudo: consumidores aprovam chatbots 

01/03/2017

Resultado de imagem para chatbots58% já interagiu com robôs de atendimento; a percepção foi positiva no geralHá muitas abordagens possíveis em social media marketing, mas a maioria confia em comunicação de via única, com as marcas e as empresas disparando mensagens, patrocinadas ou não, esperando atingir seus públicos-alvo. Em outra direção, os robôs que simulam o atendimento humano, chamados de chatbots, podem oferecer uma experiência mais interativa e personalizada. Um estdo da Retale, fornecedor de publicidade móvel geolocalizada, examinou como os consumidores estão reagindo ao uso de chatbots. A Retale conversou com 500 pessoas com idades entre 18 e 34 anos e os resultados foram positivos para os chatbots: 58% já tinham interagido com um bot e, entre os que ainda não o tinham feito, 53% estavam interessados em fazê-lo. O estudo mostrou que há pontos a serem melhorados: maior precisão na capacidade de percepção foi o mais citado. Quase 30% dos entrevistados que haviam interagido com bots desejavam conversas mais naturais; e 12% desejavam que os bots pudessem envolver atendimento humano quando necessário. Fonte: week

Facebook está começando a colocar comerciais no meio dos seus vídeos
Na quinta,24/2, o Facebook anunciou que começará a inserir publicidade no meio dos vídeos que forem publicados em sua plataforma, ao estilo dos comerciais de TV. Já se sabia que esses comerciais “mid-roll” estavam vindo — o site Recode relatou em janeiro que isso fazia parte dos planos do Facebook — mas agora é oficial, embora ainda no estágio de “teste”. A notícia foi bem recebida pelos produtores, pois eles conseguem fazer receita com conteúdo patrocinado ou vídeos criados para anunciantes, mas Zuckerberg sempre opôs-se aos “pre-roll ads” que são padrão na industria. O  formato está sendo testado com um pequeno grupo desses produtores dos EUA e a receita gerada será dividida com eles na proporção de 55% para os produtores e 45% paa o Facebook. Os comerciais não poderão iniciar até que o vídeo tenha rodado por pelo menos 20 segundo e devem estar separados por no mínimo dois minutos, informou o Facebook. Fonte: Recode
Google está desenvolvendo projeto que vai incrementar o SMS
Quando enviar mensagens de textos era uma coisa simples, o padrão SMS funcionava lindamente. Podia-se enviar 160 carateres para qualquer com um celular e o destinatário receberia a mensagem da mesma maneira que receberia uma ligação. Mas na era das mensagens em grupo, videochamadas, etc., o SMS não conseguiu acompanhar o ritmo da evolução das mensagens. Nessas horas, porém, sempre se pode esperar que o Google tire uma carta da manga e, mais uma vez, a empresa não decepcionou. Uma de suas equipes está trabalhando para levar para as antiquadas mensagens em texto muitos dos recursos associados com os populares apps de mensagens, tornando-os acessíveis a qualquer pessoa que esteja usando um telefone Android. Usando um padrão chamado Rich Communications Services, o Google planeja criar um app de texto carregado no celular e tão poderoso quanto qualquer aplicativo de mensagens. O projeto está evoluindo rapidamente, com as maiores operadoras globais já tendo demonstrado interesse. Fonte: Wired
Walmart, Macy’s e Home Depot estão apostando em “varejo interconectado”
As redes Walmart, The Home Depot e Macy apresentaram os resultados do último trimestre de 2016 no último dia 21/2. Segundo os analistas, uma conclusão é evidente: lojas físicas ainda são importantes, mas as vendas online e as estratégias digitais são chave para gerar tráfego e vendas para elas. “Embora o ecommerce esteja crescendo rapidamente, os consumidores continuam a confiar nos formatos de cimento-e-tijolo”, disse o presidente e CEO da Walmart, Doug McMillon, em uma call conference pré-gravada. “O supercenter continua o melhor formato de varejo do mundo.” Usando uma tática que está ficando comum entre os varejistas, a Walmart está usando transações iniciadas na web, incluindo pedidos online que serão entregues no mesmo dia, ou retirados nas lojas. As lojas de departamentos também estão sendo atingidas com a mudança do comportamento dos consumidores. Para fazer frente a isso, a Macy’s está lançando mais produtos exclusivos em suas lojas e está investimento no aperfeiçoamento do seu app móvel, além de outras iniciativas online. Além disso, a empresa anunciou planos de fechar 100 lojas. “Isso nos dará um portfolio físico saudável, que complemente nossos negócios digitais em crescimento”, disse Terry Lundgren, CEO. “É assim que a maior parte dos americanos compram. 90% do que vendemos na Macy’s e na Bloomingdale’s ainda é vendido em uma loja física. Lojas físicas desempenharão um papel extremamente importante no futuro das compras para nós e também para outros.” The Home Depot, por outro lado, está se beneficiando do fato de o mercado de compras para as casas estar crescendo. “Embora estejamos vendo um crescimento significativo em nossos negócios online, nossas lojas são mais relevantes do que nunca”, disse Craig Menear, chairman, CEO e presidente de The Home Depot, em uma apresentação das receitas da empresa. Menear acrescentou que cerca de 45% dos pedidos online de The Home Depot são retirados nas lojas. “É um testemunho do poder de nossa estratégia interconectada de varejo.” À medida em que as vendas online e físicas são cada vez mais imbricadas e os varejistas estão cada vez mais creditando suas vendas online aos funcionários das lojas, o “varejo interconectado” começa a se tornar uma expressão cada vez mais ouvida na indústria. Fonte: eMarketer
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