LinkedIn, a próxima vítima de Zuckerberg?

20/02/2017

 

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Jeff Weiner, CEO do LinkedIn

Depois de tirar uma boa fatia do Snapchat com o Instagram Stories, o Facebook entrou no terreno da principal rede B2B

Segundo a Vanity Fair, quando era garoto, o videogame favorito do Mark Zuckerberg era um chamado Civilization, no qual você tem que construir um império que resista ao teste do tempo. O impulso para dominar o mundo parece ter ficado com ele à medida em que construiu o Facebook e tornou-o um gigante das mídias sociais e foi provavelmente o que o levou a adquirir o Instagram por US$ 1 bilhão em 2012, apenas semanas depois de abrir o capital da empresa. Em 2013, chegou a oferecer US$ 3 bilhões pelo Snapchat. A recusa levou o Facebook a tentar replicar recursos daquela rede, obtendo sucesso com o Instagram Stories que conseguiu tirar uma boa fatia do Snapchat. Agora, quem está na alça de mira é o LinkedIn. Na terça passada, 14/2, o Facebook anunciou planos de expandir um recurso que permite a empregadores publicar listas de empregos em suas páginas e os interessados poderão postar seus currículos no próprio Facebook. Com isso, espera inicialmente atrair trabalhadores menos qualificados que não estão no LinkedIn e, na esteira deles, as empresas e os executivos da rede B2B. O movimento deve estar deixando de cabelo em pé a Microsoft, que comprou o LinkedIn por US$ 26,2 bilhões no ano passado. Fonte: Vanity Fair

Estudo: consumidores aceitam compartilhar seus dados — por um preço

A confiança parece ser uma moeda em baixa nos EUA. Um estudo da LoyaltyOne apontou que apenas 43% dos norteamericanos confiam às empresas suas informações pessoais e em torno de 50% deles têm dúvidas sobre se as empresas estão protegendo bem aquelas informações. Some-se a isso o constante noticiário sobre ataques de hackers – Yahoo, LinkedIn, Ashley Madison, Panama Papers, Partido Democrata, entre outros – e realmente não há motivos para se sentir confiante. Mas nem tudo são más noticias. O mesmo estudo mostrou que os consumidores entre 25 e 50 anos estão cada vez mais confortáveis com a ideia de compartilhar suas informações – por um preço. Que pode ser um serviço melhor, ou incentivos, incluindo descontos, eventos e ofertas exclusivas, ou uma melhor experiência de compra, ou comunicações relevantes. “Relevante”, na verdade, é a chave. Um exemplo que está no estudo da LoyaltyOne é o de um homem solteiro de meia idade reclamou que comprava todo mês de um determinado varejistas e mesmo assim continuava a receber emails com produtos femininos. É o tipo de coisa que vai azedando a relação e levanta questões sobre como um negócio está usando e protegendo a informação privada que reúne. Fonte: LoyaltyOne
Será que a mídia está preparada para o crescimento do mobile?
Segundo um estudo do The 614 Group que analisou mais de 40 empresas globais de mídia para entender questões como veículos e anunciantes estão usando publicidade móvel, como determinam quais parceiros de tecnologia são adequados para eles e que papel esperam que esses parceiros desempenhem, a resposta é não. O estudo que tinha como meta principal ajudar os veículos a escolher os parceiros certos para suas estratégias de monetização revelou, por exemplo que apenas 25% das equipes internas têm as competências em HTML5 necessárias para se manterem competitivos. Além disso, não recebem tanto suporte critico dos parceiros quanto recebem dos parceiros de publicidade digital. Entre outras descobertas do estudo, destacam-se o fato de que a visualização nos dispositivos móveis ainda não ser um forte critério na compra de midia e o CPM estar abaixo das expectativas dos veículos. O estudo também focou no desenvolvimento de uma base de parceiros de monetização móvel, onde se destacam  AerServ, AppNexus, OpenX, PubMatic, e Rubicon Project. Entre os grupos de mídia que participaram do estudo, estavam Condé Nast, Thomson Reuters, The Weather Company, AccuWeather, e Beliefnet. Fonte: MediaPost RealTime Daily
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