Waze cria ferramenta que mostra marcas favoritas durante trajeto

13/02/2017

Waze em parceria com McDonald's: marca poderá ser vista no mapa do appMcDonald’s inaugura nova funcionalidade do app: usuários podem marcar e ver suas lojas e marcas prediletasO Waze lançou a ferramenta “Favorite Brands”, que permite que o usuário selecione suas marcas prediletas e possa visualizá-las no mapa no aplicativo. Os usuários podem adicionar pins em suas rotas, marcando lojas e estabelecimentos prediletos. Também terão a opção de serem lembrados quando alguma loja estiver nas proximidades. A ferramenta, assim, trabalha em duas vias: promove uma marca, com seu nome e logo aparecendo no app; ao mesmo tempo, é uma funcionalidade útil ao usuário e controlada por ele. Não é propaganda intrusiva ou vazia de sentido. A funcionalidade foi inaugurada, no Brasil, em parceria com o McDonald’s. Em breve, outras marcas chegarão ao Waze e poderão ser adicionadas pelos usuários em seus trajetos. Junto com o “Favorite Brands”, haverá o “Zero-Speed Takeover Units”: quando o carro estiver parado, um anúncio personalizado da marca aparecerá na tela, como se fosse um outdoor. Fonte: Exame

Ford está investindo US$ 1 bi em tecnologia de carros autônomos

A Ford anunciou na sexta, 10/2, que adquiriu a maioria das cotas da Argo AI, uma startup fundada por dois engenheiros que desempenhavam papeis importantes no Google e na Uber. Ó valor do investimento, 1 bilhão de dólares, é o maior que uma montadora de Detroit, o coração da industria automobilística norteamericana, já fez em tecnologia de carros autônomos. A Argo AI planeja usar a expertise in AI dos seus fundadores, que foram também do instituto de robótica do Carnegie Mellon, para desenvolver softwares para esses veiculos. Bryan Salesky, CEO da startup, era o chefe de hardware da Waymo, a divisão de carros da Alphabet, e Peter Rander, COO, era um dos engenheiros top da divisão de carros autônomos da Uber. Fonte: Recode
Pesquisa: empresas enxergam ecommerce como acelerador de vendas
De acordo com um novo estudo da ANA (Association of National Advertisers), mais de 80% dos seus associados pretendem conduzir negócios via ecommerce nos próximos dois anos. O ANA Survey Report, E-Commerce Insights também revelou que 73% dos entrevistados acreditam que o comércio eletrônico gera receita para suas empresas e desses 43% disse que essas iniciativas já representam mais de 10% de todas as suas vendas. O estudo mostrou que atualmente 74% dos entrevistados já usam alguma forma de ecommerce, 66% relataram crescimento do ecommerce no ano passado e 59% têm departamentos dedicados de ecommerce. Das empresas que ainda não usam ecommerce 23% planejam entrar na área nos próximos dois anos. Bob Liodice, CEO da ANA, disse que “…esses resultados não são surpreendentes… plataformas de ecommerce conectadas a dispositivos móveis tornaramse crescentemente prolíficas… essas tendências acelerarão… (e) transformarão dramaticamente como os consumidores interagem com os anuniantes…  os anunciantes estão sob pressão para se adaptar rapidamente e fornecer experiências extraordinárias aos consumidores…” Fonte: MediaPost Research Brief
Twitter encontra-se face a um dilema de alto impacto: visibilidade cresce, receitas não
O microblogging está enfrentando uma situação pra lá de enigmátia: no momento em que sua plataforma é mais visível e influente do que nunca, as métricas-chave, como receitas e uso, parecem não estar indo a lugar nenhum. Na quinta, 9/2, durante a apresentação dos resultados do quarto trimestre do ano passado (aumento de 1% nas receitas gobais, mas queda de 7% nas receitas publicitárias nos EUA), Jack Dorsey, CEO, declarou que “o mudo inteiro está de olho no Twitter. Embora não estejamos atualmente atendendo às expectativas de crescimento, há uma coisa que continua a crescer e superar nossos pares: a influência e o impacto do Twitter.” O problema torna-se ainda mais complicado quando se pensa que essa influência e impacto tem a muito a ver com o fato de que o microblogging está sendo usado como palco para troca de farpas entre políticos e jornalistas norteamericanos e as marcas costumam ser avessas a aparecerem em espaços politicamente carregados. E como as empresas costumam planejar seus investimentos publicitários com vários meses de antecedência prevê-se ainda mais pressão sobre o Twitter até que as coisas se ajeitem. Isso, considerando que eles resolvam rápido o dilema. Fonte: eMarketer
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