Computadores já podem ter um Quociente Emocional superior ao seu, sabia?

06/12/2016

Bancos, montadoras de automóveis e empresas de tecnologia para atendimento ao consumidor já estão investindo nesse campo

Até o final do século passado, medir o potencial de uma pessoa atingir o sucesso parecia simples: bastava medir o QI dela, ou seja, seu quociente intelectual, o somatório de conhecimentos matemáticos, raciocínio lógico, habilidades cognitivas e espaciais, e coisas assim. Aí, mudou tudo, com a discussão em torno do conceito de QE, quociente emocional, reforçando que ser emocionalmente inteligente seria a principal característica para alcançar o sucesso. Se por um lado isso complicou o quadro, por outro, pareceu assegurar que estávamos em uma área vedada à inteligência artificial, uma vez que o desafio de criar computação emocionalmente inteligente era grande demais para ser enfrentado a não ser na ficção. Mas até mesmo isso também já mudou. O fato é que os computadores já estão demonstrando que podem aumentar — ou mesmo substituir a inteligência emocional humana. Por paradoxal que possa parecer, é exatamente a ausência de emoções nos sistemas computacionais que os coloca em posição favorável para serem emocionalmente inteligentes — diferentemente dos humanos que não são particularmente bons em “ler” os outros”, e costumam não entender sinais emocionais, aceitando mentiras, por exemplo. Segundo Tomas Chamorro-Premuzic, professor de psicologia aplicada da University College of London e da Columbia, “robôs não precisam ser capazes de sentir para agir de uma maneira emocionalmente inteligente. Na verdade, ao contrário do que as pessoas pensam, mesmo em humanos um alto QE é mais associado com uma baixa do que com uma alta emocionalidade, que tem a ver com o controle dos impulsos e a inibição de emoções fortes para agir racionalmente e minimizar interferências emocionais.” No campo da computação afetiva, sensores e outros dispositivos estão ficando muito bons em observar e interpretar características faciais, posturas corporais, gestos, falas e estados físicos, ingredientes chave para a inteligência emocional. Empresas inovadoras em inúmeras indústrias já estão sistemas de computação que podem aumentar e até aperfeiçoar a inteligência emocional humana. Em Wall Street, por exemplo, instituições líderes como JPMorgan Chase e Bank of America trabalham com empresas de tecnologia para implementar sistemas que monitorem as emoções dos funcionários e aumentem o desempenho e a segurança. Na área automotive, os computadores estão aprendendo a ler o nível de conforto dos passageiros dos veículos e a dirigir da maneira que preferem. E no atendimento ao consumidor eles estão analisando padrões e dinâmicas conversacionais entre operadores e clientes para facilitar o engajamento. Fonte: TechCrunch

Vídeos ao vivo: Dunkin’ Donuts, Wendy’s e outras marcas contam suas experiências
As transmissões de vídeo ao vivo estão se tornando uma arma importante no arsenal de marketing. O estudo Visual Networking Index, da Cisco, realizado em junho de 2016, calcula que a modalidade “streaming”, transmissão direta de vídeos, ao vivo ou não, deverá representar 82% de todo o tráfego da Internet em 2020. Muitas marcas não pretendem esperar até lá e já estão testando a temperature da água. A Dunkin’ Donuts é uma delas. Segundo Melanie Cohn, gerente de mídias sociais da marca, embora as transmissões ao vivo exijam um certo nível de espontaneidade, é aconselhável estar preparado antes. A DD vem usando o video ao vivo para levar os usuários em um tour pela “Dunkin’ Brands University”, mostrando como a cadeia faz seus produtos. A sessão é seguida por um tutorial sobre como fazer um bolo de casamento usando donuts e é apresentada pelos chefs da Dunkin’. Ben Ezrick, chefe de marketing da Zagat, acredita que o engajamento da audiência é um dos principais atrativos das transmissões ao vivo. De fato, segundo o Facebook, as pessoas fazem dez vezes mais comentários nos vídeos do Facebook Live do que nos vídeos normais. Assim, enfatiza Ezrick, a marca tem investido em responder aos usuários sem medo de que eles guiem o fluxo. Mike Bueno, diretor de marketing digital da Wendy’s, fala que as estrelas de mídias sociais funcionam bem nas transmissões ao vivo, mas é preciso tomar alguns cuidados pois facilmente as coisas ficam abertamente comerciais e afugentam os usuários. A chave, diz ele, é deixar que eles realmente sentem na cadeira do motorista. Essa foi a abordagem que a marca assumiu, por exemplo, quando trabalhou com Cody Johns, uma personalidade popular entre os internautas dos EUA. “A chave é gerar momentos surpreendentes que mantenham o fã engajado e na ponta da cadeira, querendo ver o que tem mais”, disse Ryan Rimsnider, responsável pela estratégia social da Taco Bell. Fonte: Digiday

Como a J.C. Penney está conquistando o público de jovens mães
Em uma palavra: simplicidade. Em vez de tentar fisgar muitos públicos com truques tecnológicos mirabolantes – tem varejistas experimentando espelhos mágicos, paredes de selfies e tudo ficando com a mesma cara – o varejista resolveu concentrar-se em um subsegmento da geração jovem: mães “millennials”. Os números não são pequenos: a Pew Research calcula que são mais de 14 milhões de pessoas apenas nos EUA. No caso específico da Penney, esse grupo faz parte do que o varejista chama base de clientes emergentes, que é responsável por 45% de sua receita. Além disso, as “millennial moms” também são responsáveis por uma parte significativa do crescimento do número de clientes e das vendas da empresa. É uma abordagem ousada, pois dados da Kantar Retail apontam para o fato de que a idade média das compradoras na J.C.Penney é próxima a 51 anos. Mas a cadeia de lojas de departamento percebeu também que muitas de suas mais novas consumidoras eram jovens mulheres entre 30 e 40 anos. Não apenas isso: essas compradoras eram visitantes mais frequentes das lojas e gastavam em média mais do que a cliente média. “Queremos ser capazes de atender suas necessidades tanto como mulher como como mãe”, afirmou Sheeba Philip, vice-presidente de estratégia de marketing  e comunicações da J.C. Penney’s vice president of marketing strategy and communications. O segredo, porém, foi não dispersar esforços:o ponto central da estratégia de cortejar essas clientes é pensar nelas em primeiro lugar como uma mãe. Dessa forma, durante os feriados de Ação de Graças, por exemplo, a empresa colocou de volta no departamento infantil uma seção dedicada a brinquedos – algo que havia sido desprezado nos últimos anos. Como resultado, o tráfego no site JCPenney.com durante o Cyber Monday cresceu e rapidamente eles se tornaram os itens mais buscados. Fonte: CNBC

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