Maior parte das pesquisas de mercado é desperdício de dinheiro, afirma especialista

29/11/2016

O que as pessoas dizem fazer vs. o que realmente fazem

Em 2015, as empresas gastaram globalmente com pesquisa de mercado US$44 bilhões — seria melhor aplicar em protótipos?

Segundo um importante cientista do comportamento, pesquisas de mercado deveriam examinar dados e padrões comportamentais e não os hipotéticos sentimentos das pessoas em relação a decisões de compra. Jason Hreha, que é também diretor de produto da Quixey, empresa que inventou um novo tipo de busca, a busca funcional, que reúne dados de sites de reviews, blogs, mídias sociais e fontes adicionais, disse que “em vez de levar em consideração apenas a informação relatada, deveríamos estar trabalhando duro para colocar no mundo uma versão do produto ou serviço que queremos lançar; assim, poderemos ver se as pessoas ‘de fato’ usam [n.t.: profissionais de marketing direto sempre defenderam essa posição.] Em 2015, as empresas gastaram globalmente com pesquisa de mercado US$44 bilhões. Segundo Hreha, esse dinheiro seria muito mais bem empregado se entrepreneurs ou intrapreneurs criassem protótipos dos produtos ou serviços que estavam criando. Mesmo que a maioria desses projetos fracassasse, as empresas teriam uma medida real do fato de suas novas ideias serem capazes de andar com as próprias pernas. “As pessoas dirão qualquer coisa”, comentou Hreha, “mas o que eles farão  — isso é uma historia diferente.” Fonte: The Psychology of Stuff

Estudo: uso de bloqueadores de anúncios cresce, mas ainda é raro em smartphones

Cresce também a resistência a softwares de rastreio de anúncios
m número cada vez maior de consumidores está usando softwares de bloqueios de anúncios — quase 70 milhões só este ano nos EUA, o que representa um aumento de 34,4% em relação a 2015. Mas uma pesquisa realizada no 3o. trimestre de 2016, descobriu eles ainda são raros em smartphones. A Audience Project pesquisou usuários de internet com 15 anos ou mais na Grã-Bretanha e nos EUA. 26% dos entrevistados na Grã-Bretanha e 23% nos EUA disseram que usam bloqueadores de anúncios em seus desktops. Mas apenas 2% em ambos os países disseram usar ferramentas de “ad blocking” em seus smartphones. A pesquisa também descobriu que os usuários de internet não estão interessados apenas em bloqueadores de anúncios, mas também em tecnologias que limitam intrusões como o rastreio da navegação por anúncios. Cerca de 20% dos dispositivos iOS nos EUA estão configurados para limitar o “ad tracking”. Fonte: eMarketer
Multidões foram menores no Black Friday EUA este ano — mas os varejistas não estão reclamando
Segundo a National Retail Federation, na análise do fim de semana inteiro, o tráfego físico nos shoppings e nas lojas declinou. No entanto, o volume total de compradores foi ligeiramente maior do que o do ano passado: 154 milhões x 151 milhões. A explicação é que as vendas de ecommerce cresceram muito. E as vendas via dispositivos móveis superaram todas as expectativas. Segundo a Adobe Digital, no Dia de Ação de Graças e no Black Friday, os consumidores dos EUA gastaram US$ 5,27 bilhões online, um aumento de cerca de 18% em relação ao ano passado. Devido a todas as grandes ofertas deste ano — um terço dos consumidores fizeram todas as suas compras com descontos –, o valor médio das vendas também foi menor do que no ano passado:US$ 289 x US$ 300. Fonte: MediaPost Marketing Daily
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