O que afinal é o Facebook, uma empresa de tecnologia ou de midia?

21/11/2016

 

FacebookCampus 1740

Campus do Facebook em Menlo Park, California

A diferença não é semântica, pode devastar completamente o atual modelo de negócio das redes sociaisTodo dia, o Facebook publica milhões de páginas de conteúdo com publicidade. No entanto, Mark Zuckerberg continua determinado a definir sua empresa como “not a media company”. Segundo o fundador e CEO, o Facebook é uma “tech company” cuja missão é simplesmente conectar as pessoas umas com as outras. Recentemente, em Roma, quando visitou o Papa, Mark foi enfático: “Não, nós somos uma empresa de tecnologia, não de mídia,,, nós construímos as ferramentas, nao os conteúdos. O mundo precisa de empresas de notícias, mas também de plataformas de tecnologia como as que fazemos e levamos nosso papel muito a sério.” Mas Heiko Maas, ministro da justiça da Alemanha, quer que o Facebook seja tratado como uma empresa de mídia, “mesmo que não corresponda ao conceito de mídia como uma televisão ou um rádio”. A diferença não é meramente semântica: uma empresa de mídia seria obrigada a agir mais rapidamente para remover as mensagens de ódio que inundam o Facebook e preocupam a União Europeia. E não é só na Europa: as eleições presidenciais nos EUA trouxeram o assunto de volta por lá. Mas definir o Facebook como empresa de mídia pode devastar o modelo de negócio da rede e de muitas outras “plataformas de tecnologia”. A diferença está na responsabilidade, pois empresas de mídia são responsáveis pela natureza do conteúdo que publicam ao passo que o Facebook, enquanto plataforma de tecnologia, não tem essa responsabilidade. No entanto, o Facebook de fato escolhe o que coloca nos feeds de notícias das pessoas e deleta conteúdos que violam a polítia editorial dos seus termos de serviço. Parte disso é feito por ferramentas automatizadas, mas muito é feito por pessoas, o que significa que o Facebook está fazendo escolhas editoriais de quais conteúdos publicar. E isso soa como uma empresa de mídia. Mas, se fosse definido como uma empresa de mídia, o Facebook teria que empregar milhares de pessoas para deletar discursos de ódia e manter outros conteúdos ilegais fora do site. Teria que fazer isso para cada país e observar suas leis de mídia, o que demandaria muito dinheiro. Fonte: Silicon Valley Watcher

Fiat Chrysler fecha parceria com Amazon para vender carros online

 

A Fiat Chrysler Automobiles informou que fechou um acordo com a Amazon para começar a vender carros online, oferecendo um desconto adicional. No inicio, apenas compradores italianos poderão comprar seus carros com um simples clique — e estarão disponíveis apenas 3 modelos: Panda, 500 e 500L. Segundo a montadora, a escolha foi deliberada, porque o Panda é o carro mais vendido na Itália, enquanto os compradores do modelo 500 e de sua versão maior, o 500L, simbolizam a natureza jovem e aventureira que essa iniciativa está tentando demonstrar. “Chegou a hora de dar aos consumidores uma maneira nova, mais eficiente e transparente de escolher um novo veículo”, disse Gianluca Italia, responsável pela Fiat Chrysler na Itália, durante uma conferência de imprensa. Ele revelou os dados de uma pesquisa que mostra que metade dos italianos gostariam de comprar um carro online, embora 97% prefira pegar o veiculo em uma concessionária tradicional. Por isso, no modelo Fia Chrysler/Amazon, depois de escolher o carro online, o consumidor será contatado pela Amazon para decidir em que concessionária quer ir para finalizar a compra e pear o veículo. E, para dar ainda mais razões para o consumidor experimentar o novo modelo de compra, a Fiat Chrysler garante um desconto de 33% sobre o valor das promoções atuais. Fonte: Reuters
Black Friday nos EUA levará 59% da população às compras
A National Retail Federation disse esperar que 137,4 milhões de pessoas nos EUA façam compras no feriado de Ação de Graças, com o Black Friday sendo o dia mais cheio. Isso representa 59% da população do pais, uma fração a mais do que no anos passado, que foi 58,7%. Na pesquisa feita pela Prosper Insights & Analytics e que ouviu 7.200 adultos, a NRF incluiu em seus resultados tanto as compras feitas nas lojas quanto as online. Mas outro estudo, da Foursquare, que analisa apenas os shopping centers, prevê um pequeno declínio: a empresa de inteligência de localização estima que o tráfego a pé cairá 3,5% em relação aos níveis do ano passado. Fonte: MediaPost Marketing Daily

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