Novo serviço identifica logos em posts de imagens, e fracasso das pesquisas

15/11/2016

Resultado de imagem para coca-cola #happyhourBrand Logo Detection usa API para identificar logotipos de empresas em fotos publicadas nas redes sociaisEstamos vivendo uma era em que a imagem predomina na comunicação. O sucesso do Instagram, Snapchat e Pinterest é exemplo disso. Os usuários das redes sociais são estimulados a compartilharem momentos das suas vidas e muitas vezes deixam um rastro digital sobre suas jornadas de consumo. No entanto, nem sempre as pessoas citam as marcas que estão presentes no seu dia a dia e, assim, muitos insights se perdem, principalmente no monitoramento de redes sociais. Pensando nisso, a E.life criou para a plataforma Buzzmonitor um novo serviço: o Brand Logo Detection, que identifica, por meio de API, os logotipos de empresas em fotos publicadas em qualquer rede social com imagens indexáveis, mesmo que não seja citado o nome da marca na descrição ou em hashtags e marcações. A tecnologia analisa mais de 1 milhão de imagens por vez sem a ajuda humana, expandindo a possibilidade de engajamento e as buscas no canal para além de termos associados à marca. O domínio das pesquisas é ampliado para momentos onde a marca está presente, mas não é citada. Num projeto piloto, a E.life realizou um teste com a Coca-Cola, separando algumas hashtags que tivessem alcance dentro do público-alvo e em momentos bebíveis: #happyhour, #churras, #almoço, #amigos, #niver, #balada e #night. A ferramenta trouxe, em pouco tempo,mil imagens compatíveis com o logotipo da marca. O mesmo pode ser feito com check-ins. Ao buscar check-ins no “Parque Olímpico da Barra” e no “Parque Olímpico” durante o período da Olimpíada, foram identificadas as marcas que mais apareciam nas fotos dos Jogos Olímpicos Rio 2016: Bradesco, Caixa, Claro, Coca-Cola, Nissan e Piraquê. Fonte: E.life
Ipsos se compromete a entender o fenômeno Trump
Com a inesperada vitória de Donald Trump para a presidência americana, o mercado de pesquisas entrou no centro das discussões e análises dentro e fora do Brasil. O fato de apenas um instituto ter previsto a vitória do republicano somado a outros eventos envolvendo a assertividade das pesquisas colocou o mercado em alerta. Na tarde da quinta-feira passada, 10/11, a Ipsos, terceira maior empresa de pesquisas do mundo, comprometeu-se a analisar a fundo as possíveis teorias para explicar o distanciamento das pesquisas. “Nossa hipótese inicial é que este ano foi impactado pela participação especialmente baixa dos eleitores. Até este momento, a apuração sugere que somente 52% dos eleitores elegíveis votaram, comparado aos 59% em 2012. Nossa última pesquisa assumiu 60% de participação como média, mas nossa hipótese se mostrou incorreta. Apresentamos esta análise aos veículos de mídia, por isso a discrepância do resultado”, diz a Ipsos. Fonte: Meio&Mensagem

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