Instagram está testando links que levam a compra nos posts

11/11/2016

instagramPor enquanto, recurso está disponível para cerca de 20 marcas, incluindo Kate Spade, Jack Threads, J. Crew e Warby ParkerO Instagram está finalmente deixando que os usuários comprem o que veem em seus feeds. A plataforma, que é propriedade do Facebook, anunciou na semana passada que implantará um recursos que permite às marcas taguearem seus produtos nos seus posts, levando o usuário a uma página de produto mais detalhada onde a compra pode ser feita. Isso ocorrerá no website do varejista, o que significa que a rede de imagens, pela primeira vez, está permitindo que o usuário saia do app. O movimento vinha sendo aguardado pelas empresas e pelos usuários do Instagram, considerando que o app funciona principalmente como inspiração para produtos: pesquisas internas mostram que 60% dos usuários do Instagram relatam haver descobertos novos produtos e serviços na plataforma. No momento, o recurso está disponível apenas para cerca de 20 marcas, incluindo Kate Spade, Jack Threads, J. Crew e Warby Parker — mas quando houver a expansão para todo mundo, temem analistas, isso pode desmantelar a dinâmica entre marcas e influenciadores que se estabeleceu na plataforma. Fonte: Glossy

Vídeo: quem compra mídia quer mais respostas sobre dados e visualização

Será que os bilhões de dólares das verbas de publicidade digital vão depender de apenas algumas linhas de código? Pode sor dramático, mas a maneira como Facebook e Google estão implementando os códigos de rastreamento de empresas de mensuração está no centro das tensões permanentes entre os compradores de mídia e os gigantes do negócio de marketing digital. Os compradores de mídia querem mais transparência nos dados de terceiros que são coletados pelo Facebook e pelo YouTube, e também querem mais controle do processo para determinarem melhor onde e como gastar com video marketing. Enquanto isso, Facebook e Google — que concentraram 68% dos investimentos em publicidade online nos EUA no segundo trimestre deste ano, de acordo com a Pivotal Research — asseguram que já disponibilizam muitas mensurações, restringindo apenas o acesso quando isso ameaça a privacidade dos usuários e impedem as páginas de carregar rapidamente. Fonte: The Wall Street Journal

LinkedIn expande Sponsored InMail para todos os usuários
Parece que as plataformas de mensagens sem anúncios e com layouts limpos estão com os dias contados. A mais recente rede social para franquear às empresas sua caixa de entrada para publicidade é o LinkedIn que, nesta quarta/11, anunciou que seu serviço Sponsored InMail agora faz da suite Campaign Manager, ou seja, é uma opção aberta e “self-service” para qualquer pessoa ou empresa, independentemente do tamanho. Anteriormente, o serviço era disponível apenas em formato gerenciado e para alguns grandes clientes. O LinkedIn, assim, entra para o clube de monetização de mensagens, cinco mesmo depois de ser adquirido pela Microsoft por US$ 26,2 bilhões. Na mesma direção, o Facebook havia anunciado na terça que começaria a oferecer mensagens patrocinadas no Facebook Messenger. Fonte: C/Net

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