Realidade Virtual agora pode aparecer em buscas via desktops e mobile

03/11/2016

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Este é um Cardboard VR headset do Google

Solução multiplica em dezenas de vezes o potencial de alcance das ações de marketing em realidade virtual

No começo do ano, o Google fez um lançamento muito discreto de uma solução que pode ser muito importante para o marketing: uma maneira de embutir conteúdos de realidade virtual em páginas web encontráveis por motores de busca via computadores de mesa e móveis. Você entendeu direito: vídeos e imagens imersivas, feitas em realidade virtual, que até agora só eram disponíveis em VR headsets agra podem ser otimizadas para busca, acessadas diretamente do Google e experimentadas em desktops e smartphones, com ou sem necessidade de um app ou de um headset. Calcula-se que a disponibilidade dos headsets em realidade virtual seja atualmente de 17 milhões de dispositivos, mas a nova solução do Google multiplica em dezenas de vezes o potencial do alcance de ações de marketing em realidade virtual. Fonte: Marketing Land

Walmart transforma “pickup lockers” em “vending machines”
“Pick-up lockers”, para quem não está familiarizado com a expressão, são aqueles armários que varejos virtuais como Amazon estão espalhando pelos EUA e em outros países onde que comprou online pode pegar os produtos comprados. Já “vending machines” são aquelas máquinas onde se põe dinheiro ou se passa o cartão para comprar bebidas, lanches, livros, o que estiver disponível. Pois bem, o Walmart está testando um grande sistema de pick-up lockers que funcionam como vending machines, chamados BOPUS, “buy online pick up in store”, com o objetivo de melhorar a eficiência do processo de retirada de produtos, permitindo que o cliente compre mais enquanto retira os produtos que já comprou — ou seja, cross-selling. Os primeiros armários estão sendo testados em um Walmart Supercenter da cidade de Rogers, no Arkansas, próximo da sede da rede, em Bentonville. Fonte: Supermarketnews

Um mistério ainda sem solução: na era da automação, por que ainda há tantos compradores de mídia?
Tradicionalmente, os departamentos de mídia das agências de publicidade estão divididos em duas áreas: planejamento e compra de mídia. Em 2009, o jornalista Bob Garfield, especializado em publicidade e mídia, disse a uma plateia repleta de profissionais de compra de mídia, durante o Digital Media Summit da DPAA, Digital Place-based Advertising Association, que eles estavam “condenados”. O vaticínio parecia indiscutível: o crescimento da publicidade programática e a digitalização da industria deveriam, pelo menos em teoria, representar menos empregos para aqueles profissionais. O que ocorrera com a Wall Street vinha logo à mente: os escritórios cheios de operadores estavam agora vazios, pois a compra e a venda de ações tornaram-se automatizadas e precisavam de muito menos pessoas para fazer o trabalho. Mas eis que estamos em 2016 e as mudanças foram muito menores do que se previa. Milhares de compradores de mídia continuam circulando no mercado. Uma pesquisa recente da Adroll perguntou aos compradores nas agências quais os efeitos da “ad tech” em seus trabalhos. 65% “concordaram fortemente” que compradores estavam evoluindo para estrategistas. 49% também concordaram fortemente que os compradores estão evoluindo para gerentes de conta e consultores criativos. Houve uma mudança, é verdade: Ben Kunz, vp da Mediassociates, disse que sobraram poucas pessoas gastando energia ao telefone e há mais pessoas fazendo “análises” ou “planejando”. Isso significa que um número maior de compradores estão buscando maneiras de otimizar o ROI e analisando os planos de mídia finalizados. Até mesmo sistemas automatiados precisam de humanos para o gerenciamento de risco, disse Kunz. “A compra de mídia evoluiu para um conjunto complexo de avaliação de mídia”, comentou. Fonte: Digiday

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