Os planos da Uber para os próximos 10 anos incluem carros voadores

31/10/2016

Resultado de imagem para uberTrajetos que hoje levam uma hora levarão 15 minutos — e o preço cobrado será o mesmo praticado pelo UberX

Em menos de uma década, a Uber redefiniu a ideia de força de trabalho flexível e praticamente eviscerou a indústria do táxi nos EUA. A empresa lançou uma frota de carros autônomos em Pittsburgh. Está a caminho de se tornar a startup mais valiosa de todos os tempos. E, agora, resolveu prometer carros voadores. Isso mesmo que você está lendo: carros que voam. Em uma década, de acordo com um whitepaper de 99 páginas publicado na quinta, 27/10, a Uber terá uma rede — que será chamada de “Elevate” — de aeronaves totalmente elétricas e “on-demand” que decolarão e pousarão verticalmente. Como exemplo, quem quiser ir de San Francisco para o Vale do Silício, em vez de se arrastar por mais de uma hora pela rodovia 101, poderá dividir um voo com alguns outros viajantes e chegar ao seu destino em 15 minutos — pagando praticamente o mesmo preço que seria cobrado por um “tradicional” UberX. De acordo com o documento, a fabricação de um carro voador sequer é a parte mais difícil do esquema. Em cinco anos, afirma a Uber, o mercado deve ter produzido um veiculo naquelas condições que voará cerca de 200 quilômetros a 250 km/h, carregando múltiplos passageiros e um piloto. Especialista em aviação acreditam que o prazo faz sentido. A Boeing e a Airbus já lançaram materiais compostos leves e sistemas “fly-by-wire” para a aviação comercial. Os drones já provaram que softwares sofisticados podem fazer voar uma aeronave com sistemas múltiplos de propulsão tão facilmente quanto acionar um iPhone. Computadores e carros elétricos impulsionaram a tecnologia das bateerias e o departamento de energia do governo americano está gastando dezenas de milhões de dólares para acelerar as pesquisas. Fonte: Wired
Pesquisa: experiência digital do consumidor ganha importância na indústria de manufaturados
Consumidor e experiência são duas palavras que não se encontra frequentemente na indústria de manufaturados, tradicionalmente focada no produto — em vez de como é apresentado para o consumidor. Mas uma pesquisa recente da Gallup revelou que 71% da empresas B2B correm o risco de perder clientes porque eles não estão inteiramente envolvidos com as empresas com as quais fazem negócio e tendem a viver pulando de um RFP para o seguinte. Essas empresas vão descobrir que é cada vez mais difícil competir em um cenário no qual a retenção dos clientes atuais torna-se tão importante quanto a aquisição de novos. Isso significa que confiar na força do design do produto e em uma estratégia competitiva de preços não é mais suficiente, elas precisam enxergar o mundo através das lentes de seus clientes e priorizar a experiência do consumidor. Um lugar lógico para começar é a presença online da empresa e a experiência digital do consumidor que ela oferece. As plataformas web voltadas para as empresas estão indo nessa direção como demonstra uma experiência recente da iGuzzini, uma empresa de soluções de iluminação, que transformou inteiramente seu marketing global, colocando o website no centro dos processos de envolvimento dos clientes, facilitando os feedbacks e garantindo insights valiosíssimos sobre o que compradores e usuários finais querem da empresa. Fonte: Manufacturing Global
Twitter abandona o Vine e anuncia dispensas
Com seu futuro em questão, considerando o fracasso em suas tentativas de encontrar um comprador, o Twitter anunciou recentemente a dispensa de 9% de sua força de trabalho. Na quinta, 27/10, deu mais um passo em direção ao desconhecido, anunciando que vai encerrar a operação do Vine, seu app de vídeos curtos. Mas nada mudará imediatamente, esclareceu no anúncio. O website e os apps permanecerão online por um tempo não informado para que os usuários tenham a oportunidade de fazer o download de seus vídeos Vine antes do fechamento oficial. O anúncio, em compensação, não deu explicações sobre o que levou à decisão, afirmando apenas que o Twitter informaria mais detalhes sobre os desdobramentos dela através de seu blog e da conta oficial no próprio microblogging em um futuro próximo. E, um pouco paradoxalmente, explicou que o website permanecerá online porque a empresa acredita que “é importante poder assistir todos os incríveis Vines que foram produzidos”. Fonte: TechCrunch 

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