B2C, B2B… Será que não está na vez do C2B?

30/10/2016

Resultado de imagem para coachingUma imagem vale por mil palavras, diz a “sabedoria” popular.

Por que as aspas? Simples: a tal “sabedoria” deixa de lado o fato de que na vida real, no dia a dia, no batente duro das empresas, a comunicação não se faz através de imagens e sim com o uso de palavras. E, em não poucos casos, uma palavra ou uma frase pode acarretar um prejuízo de milhões de reais.

Não estamos falando da palavra falada. Executivos, em geral, têm boas habilidades orais. Além disso, quando você está falando com um interlocutor ou fazendo alguma apresentação em uma sala de reuniões, há em geral espaço para o contraditório e para o esclarecimento de dúvidas. Mas, na maioria das empresas, mesmo naquelas não tão grandes assim, a comunicação para ou entre funcionários e departamentos ocorre de forma escrita. Por memorandos, até recentemente; por emails, hoje em dia.

E aí o bicho pega.

O fato é que a maioria de nós se comunica muito mal por escrito. O que deveria ser surpreendente quando se sabe que estamos falando de executivos, ou seja, pessoas graduadas, pós-graduadas, com MBAs e outras siglas, e cursos em escolas renomadas no Brasil e no exterior. Mas a verdade nua e crua é que, ao deparar com suas comunicações escritas, ficamos abismados com a dificuldade com que lidam com as regras básicas de gramática, com a incapacidade dolorosa de concatenar ideias, com a inabilidade de lidar com essa ferramenta básica e absolutamente fundamental que é a língua portuguesa.

O C2B nasceu para preencher esse gap entre as habilidades orais dos executivos das empresas, em geral, no mínimo, bem satisfatórias, e as suas inabilidades para colocar as ideias por escrito e garantir que cada palavra valha por mil. É um acrônimo de Coachwriter-to-Business, uma metodologia em que utilizo toda a experiência acumulada em quarenta anos como redator, editor e diretor de criação.

O funcionamento é muito simples, na verdade. A partir de uma análise das comunicações internas da empresa, crio uma espécie de manual de uso, abordando os principais problemas de comunicação específicos da empresa. Além disso, incluo problemas comuns mais gerais como o uso da crase, colocação correta dos pronomes oblíquos e outras dessas pequenas coisas que levam muita gente, principalmente os destinatários das mensagens, ao desespero. Em seguida, faço reuniões individuais com os executivos cujas mensagens são mais críticas.

Essa primeira fase geralmente leva um mês. Nos dois meses seguintes, passarei a ser incluído nos destinatários das mensagens desses executivos (sigilo garantido por contrato), identificando onde há necessidade de reforço e corrigindo de forma remota, por email ou Skype.

O C2B é indicado para todos os tipos de empresa, sejam B2C ou B2B. O importante é que é completamente D2R, driven-to-results, voltado a resultados.

Dúvidas? Aguardo-as pelo email fernando.gguimaraes@gmail.com.

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