Pesquisa: qual o legado dos jogos no Rio de Janeiro? E outras questões

20/08/2016

46% dos brasileiros acreditam que um dos principais legados do evento é a difusão cultural brasileira no mundo

A Millward Brown e a TNS realizaram um estudo entre junho e agosto desse ano que combinou metodologias quantitativas e qualitativas para apontar o legado dos jogos para os brasileiros. Durante as entrevistas, quando perguntados em relação aos sentimentos sobre o evento, sete em cada 10 brasileiros acreditam que este não era o melhor momento para os jogos acontecerem no Rio de Janeiro, porque o país está exposto ao mundo; no entanto, cinco em cada 10 brasileiros estão animados para ver diversos atletas de todo o mundo nas proximidades. O principal problema apontado quanto ao desempenho do País nos jogos é a violência – oito em cada 10 se dizem preocupados com esta questão. Do total, 41% acreditam que outro problema é a poluição do mar, baía e lagoas, 38% acreditam que não há estrutura necessária para receber os turistas, 31% estão preocupados com a falta de policiamento adequado, 30% por epidemias transmitidas por mosquitos, 28% com o tráfico de drogas e 24% acreditam que as estruturas construídas para os jogos são de baixa qualidade. Por outro lado, quando perguntados sobre o que os jogos irão deixar de legado para a cidade do Rio de Janeiro e para o Brasil, seis em cada 10 (62%) acreditam que o legado principal é o uso de estruturas esportivas futuramente. Outros fatores positivos: 46% apontou a difusão da cultura brasileira no mundo, 45% acreditam que é a extensão de capacidade do Aeroporto Internacional do Galeão, 32% aponta a melhoria operacional do aeroporto Santos Dumont e 31% acredita que o maior legado foi o aumento em segurança. Vale destacar que três em cada 10 dos entrevistados consideraram como legado os programas de educação e sustentabilidade, e desde o início dos jogos o cuidado com o meio ambiente foi uma das questões mais importantes. Mais de metade da população, seis em cada 10 brasileiros, acreditam que foi uma decisão errada a escolha para o Rio de Janeiro sediar os jogos. No entanto, quando perguntados se o legado seria positivo ou negativo, quatro em cada 10 (44%) consideram positivo. Já na visão de arquitetos urbanistas de São Paulo e Rio de Janeiro, o maior legado para a cidade será a requalificação das áreas e incentivo para um novo tipo de ocupação, assim como uma transformação na mobilidade urbana. Porém, as mudanças positivas só serão notadas no médio e longo prazo, pois há uma adaptação social e econômica nos locais e na cidade como um todo que demora a ser restabelecida. A ideia inicial era que o Rio seguisse o exemplo da cidade de Barcelona, na qual as Olimpíadas marcaram uma transformação, seja nas instalações construídas no Mont Juic, seja na área portuária. Porém, a cidade do Rio é bastante complexa e diferente, seja pela geografia, seja pela forma como foi estabelecida a ocupação, o que fez com que o planejamento seguisse características especiais. As entrevistas qualitativas mostram que a população aguarda um retorno rápido, depois de ter sido impactada durante meses por obras, que os deixaram maior tempo no trânsito e também pelas desocupações. Mas assim como nas cidades sede de Londres e Pequim, o retorno de iniciativas público-privadas será sentido no longo prazo. Em Londres por exemplo, as instalações tornaram-se um parque aberto para a população, onde há escolas de esporte e obras de arte interativas. Há também um estádio, shopping e hotéis, mas a ocupação de fato está começando agora, quatro anos depois.Fonte: A Zona de Desconforto

ABRH-PR abre inscrições para o Prêmio Ser Humano 2016
Até 2 de outubro, os interessados em participar do 6º Prêmio Ser Humano Luiz Hamilton Berton – Edição 2016 podem inscrever seus trabalho no site da  ABRH-PR – Associação Brasileira de Recursos Humanos – Seccional Paraná (www.abrh-pr.org.br), organizadora estadual da iniciativa. Após rigoroso processo de avaliação, os vencedores serão revelados em cerimônia de premiação, no dia 23 de novembro, no evento “Boa Noite RH”, no Hotel Bourbon, em Curitiba. O Prêmio Ser Humano reconhece anualmente boas práticas de organizações paranaenses em duas modalidades: Gestão de Pessoas (categorias Empresas e Estudantes) e Desenvolvimento Sustentável, voltada a empresas e organizações do terceiro setor, que concorrem em categorias distintas. Os trabalhos, que deverão ser enviados com até 20 páginas em formato específico como prevê o regulamento do Prêmio, passarão por processo de seleção. Os cases finalistas serão avaliados por uma banca de especialistas que, na ocasião, serão apresentados pelos participantes. Fonte: A Zona de Desconforto

Segurança de dispositivos móveis: dicas para proteger sua empresa
Já se foram os dias em que trabalhar significava ficar sentado atrás de uma mesa por um período de 8 horas diárias. Na verdade, o ambiente de trabalho até então atípico – em casa, na cafeteria, no trânsito, no avião, no hotel – virou a regra. E as ferramentas que tornam tudo isso possível? Os dispositivos móveis, claro. Mas essa portabilidade tem um preço: dispositivos móveis são muito mais suscetíveis a ataques, vírus, malware, sem falar na possibilidade de perda do dispositivo e, com ele, todos os seus dados. Segundo Fernando Carbone, diretor sênior da prática de segurança cibernética da Kroll no Brasil, há algumas providências bastante simples que as empresas podem tomar para mitigar esses riscos. Confira suas dicas: 1. Forneça políticas e procedimentos compreensíveis e realistas; 2. Considere limitações ao uso de dispositivos móveis particulares; 3. Realize treinamentos adequados; 4. Faça um inventário de dispositivos e desenvolva um plano de auditoria para avaliar riscos periodicamente. Fonte: A Zona de Desconforto
Centro Paula Souza lança curso gratuito sobre modelo de negócios em Canvas
O Centro Paula Souza (CPS) lançou em sua plataforma online de ensino a distância o curso “Canvas – Desenhando seu Projeto como Negócio”. Com duração de oito horas, o conteúdo foi desenvolvido em parceria com a Agência Inova Paula Souza. A capacitação aborda, no ambiente virtual, como utilizar a metodologia Business Model Canvas para elaboração de modelos de negócios. Qualquer pessoa interessada pode se matricular, sem necessidade de processo seletivo. Basta acessar a plataforma e se cadastrar com login e senha. Ao final das atividades é emitido um certificado de formação inicial. Este é o quarto curso livre lançado pelo Centro Paula Souza na plataforma Mooc (Massive Open Online Course – sigla em inglês para Curso Online Aberto e Massivo). As outras três formações são Autocad, Mercado de Trabalho e Gestão de Pessoas. O sistema entrou no ar em junho do ano passado e contabiliza cerca de 16 mil estudantes inscritos. O curso é gratuito e o cadastro pode ser feito através da plataforma de EAD do Centro:http://mooc.cps.sp.gov.br/ead/ Fonte: Adnews

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