Estudo: reviews positivos geram mais devoluções — e o voo do Prime Air

09/08/2016

Eis o Amazon One, primeiro de uma frota. Saiba mais abaixo

Eles geram mais vendas, mas aumentam expectativas

Há um velho adágio que diz “prometa menos, entregue mais”. Um novo estudo das universidade de Groningen, Holanda, e Munster, Alemanha, descobriu que reviews online abertamente positivos podem ser uma razão de as mercadorias compradas online terem índices tão altos de devolução. Os pesquisadores analisaram mais de dois anos de dados de venda de um dos maiores varejistas online da Europa. Foram capturadas quase nove milhões de pages views e 631. 063 transações de compra para 2.164 produtos diferentes nas categorias eletrônicos e móveis.Manipulando os dados através de uma série de simulações, os autores descobriram que, apesar dos reviews positivos poderem aumentar as vendas, eles também aumentam as expectativas em relação ao produto. Quando o produto chega, frequentemente não consegue atender as expectativas criadas e é devolvido. O efeito ocorre em maior número com compradores novatos e também com produtos mais baratos, mostrou o estudo. O resultado líquido é um custo de devolução alto, o que afeta a lucratividade. Os pesquisadores aconselharam os varejistas a buscar um grande número de reviews de forma a oferecer aos consumidores uma estimativa equilibrada do desempenho do produto. Fonte: RetailWire

Poucas aplicações de inteligência artificial fazem jus ao nome

Em termos de inteligência artificial, comenta Ed Burns, editor do site TechTarget, estamos numa autêntica montanha russa. O programa AlphaGo, do Google, derrotou campeões mundiais do Go, um jogo bem mais complicado do que o xadrez. Mas toda a excitação criada com a inteligência artificial naquele projeto apagou quando Tay, o chat bot da Microsoft, gerou um fluxo de tweets racistas e sexistas. O que isso prova sobre o estado da arte da IA? Nada. Ambos, explica Burns, são bons exemplos de “machine learning”, aprendizagem automática. A Microsoft adicionou uma camada de processamento em linguagem natural, possivelmente (mas não certamente) levando o Tay para o território da computação cognitiva. Mas Isso não é inteligência artificial de verdade. Esses exemplos são algoritmos otimizados para fazerem uma tarefa específica. E o que separa a inteligência humana — e por extensão a inteligência artificial — é a capacidade de se envolver com múltiplas tarefas. Em todos esses sistemas, falta a capacidade de entender circunstâncias em um sentido mais amplo. Isso deve preocupar as empresas? De jeito nenhum. Ao invés disso, as seguradoras deveriam estar pensando sobre como fazer com que algoritmos de aprendizagem automática podem ajudá-las a identificar mais rapidamente casos de fraude. Call Centers deveriam estar pesquisando como processadores de linguagem natural poderiam atender um número maior de consumidores do que os sistemas telefônicos atuais. O debate sobre inteligência artificial strictu sensu, diz Burns, ainda deve ser deixada para os pesquisadores acadêmicos e os escritores de ficção científica. Fonte: TechTarget
Amazon lança Prime Air
Na sexta, 5/8, durante a SeaFair Air Show, em Seattle, a Amazon.com lançou seu primeiro avião de cargas com sua marca, o Amazon One. Com o logo “Prime Air” pintado em sua fuselagem, o Boeing 767-300 é operado pela Atlas Air. “A criação de uma rede de transporte aéreo significa expandir nossa capacidade para garantir ainda mais velocidade de entrega para os membros do programa Prime nos próximos anos”, declarou Dave Clark, SVP de operações globais da Amazon. O avião é o primeiro de uma frota de 40 aparelhos que a Amazon fez leasing e que deverão levantar voo durante os próximos dois anos. (Veja este vídeo: https://youtu.be/u1rPQkvTes4) A Amazon fez questão de dizer que sua frota vai complementar e não substituir FedEx, UPS e outros cargueiros que utiliza, embora especule-se que o propósito a longo prazo é realmente substituir o transporte via terceiros e assim ganhar mais controle sobre os custos da “última milha”. Faz sentido: os custos de frete da Amazoncresceram 44% no segundo trimestre de 2016, enquanto a receita cresceu apenas 31%. Fonte: RetailWire

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