BrandZ Top 100 marcas globais mais valiosas: Toyota e Amazon lideram nas suas categorias

06/08/2016

Nos últimos 11 anos o valor das marcas incluídas no ranking BrandZ Top 100 marcas globais mais valiosas realizado pela WPP e Millward Brown, cresceu 132%, atingindo um total de US$ 3,4 bilhões, 3% a mais que em 2015.

Na categoria de automóveis, a Toyota ainda é a marca mais valiosa do ranking. A empresa teve aumento de 2% em seu valor, atingindo US$ 29 bilhões de dólares, depois de ter trabalhado duro durante 2015, combinando liderança em tecnologia e uma estratégia de negócios que visam mercado amplo. As montadoras BMW (US$ 26,8 bilhões), Mercedes-Benz (US$ 22,7 bilhões), Honda (US$ 13,2 bilhões) e Ford (US$ 13,1 bilhões) também mantiveram suas posições e continuam no ranking. Outra marca do setor automotivo que teve forte desempenho é a Porsche, que entrou no top 10 pela primeira vez e agora está avaliada em US$ 4,4 bilhões de dólares. Dentre elas, a marca que mais cresceu foi a Mercedes-Benz, com um aumento de 4%, atingindo US$ 22,7 bilhões. Contudo, o valor total das marcas automotivas que estão no top 10 diminuiu 3%, totalizando US$ 139,9 bilhões, refletindo mudanças nas regras da categoria e uma diminuição na confiança causada pela crise das emissões de gases poluentes. Um exemplo desta disrupção é a chegada da marca Tesla. Ocupando a décima posição no ranking, com um valor de US$ 4,4 bilhões de dólares, a marca premium de carros elétricos, conquista esta colocação apenas um mês depois de entrar no mercado de automóveis com modelo mais acessível, o Tesla 3, que custa US$ 35 mil. Outra mudança importante no setor inclui um modelo no qual o usuário é o proprietário de um carro para um modelo em que o usuário tem acesso a um carro. O crescimento do Uber, por exemplo, tem permitido aos usuários escolherem uma marca com base no custo por mês, reposicionamento a categoria carro do fator “acessibilidade” para o fator “mobilidade”. “O setor automotivo está passando por um período de grandes desafios, sendo um dos principais a crise relacionada a emissões de gases poluentes. Assim, as montadoras com marcas fortes encontram melhores condições para investir em novos modelos de negócios que envolvem a fabricação de carros elétricos. A chegada de Tesla, pela primeira vez no Top 10 mostra o quanto mudou a forma como a indústria se vê e reforça que apenas as marcas mais fortes serão capazes de fazer as mudanças estruturais necessárias para a indústria”, afirma Silvia Quintanilha, vice-presidente comercial da Millward Brown Brasil.

Na categoria de varejo, A Amazon conseguiu ampliar a sua influência ao assumir a responsabilidade de envio das mercadorias que comercializa, integrando assim um novo negócio de logística. Além disso, a marca está presente na experiência do consumidor em suas casas: no ano passado a marca lançou o Amazon Dash, um dispositivo eletrônico que permite fazer pedidos de troca de produtos quase automaticamente. Esse tipo de ação proporcionou a marca um aumento de 50%, atingindo quase US$ 100 bilhões.A capacidade de impulsionar estratégias de multicanal é um fator chave por trás do sucesso de muitas marcas que têm crescido em valor, principalmente para as marcas presentes no ranking Top 20 de varejo. Este é um processo que vai continuar enquanto a indústria se adapta a um público consumidor que não diferencia a compra no online e off-line e que espera a mesma experiência de marca e qualidade de serviço em todos os canais. O relatório BrandZ Top 100 marcas globais mais valiosas oferece resultados, rankings e uma grande variedade de insights de marcas chaves para regiões no mundo. Os 14 diferentes setores estão disponíveis online aqui: http://www.millwardbrown.com/brandz/top-global-brands/2016. Segundo Silvia Quintanilha, VP comercial da MillwardBrown,  “é um grande momento para construir experiências consistentes em ambientes reais e digitais e a América Latina tem uma grande tradição de marcas de varejo que devem usar as novas tecnologias para manter sua proximidade com os consumidores”

Fonte: Portal 

Dia dos Pais: ABComm prevê alta de 11% nas vendas via ecommerce
De acordo com dados da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), o setor espera crescer 11% no dia dos pais deste ano, entre os dias 25 de julho e 12 de agosto, em relação ao mesmo período de 2015, alcançando um faturamento de R$ 1,8 bilhão. O número de pedidos deve chegar a 5,93 milhões de pedidos, com ticket médio de R$ 315 e as categorias mais buscadas devem ser Celulares, Informática, Eletrônicos, Moda e Acessórios e Perfumes. Segundo a associação, os lojistas prepararam promoções e condições especiais para a data a fim de serem mais atrativos para seus consumidores neste momento econômico. Fonte: Giro News

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