Pokémon Go já vale bilhões de dólares

13/07/2016

As ações da Nintendo disparam à medida em que o número de usuários do app ultrapassam o Tinder e se aproximam do Twitter

Não precisou sequer uma semana para o Pokémon Go mostrar que não veio para brincadeira. 5 dias depois do seu lançamento nos EUA, os servidores da Nintendo travaram, não suportando o tráfego da multidão de millennials e entusiastas de jogos baixando o app móvel de realidade aumentada e enviando para o céu o valor das ações da fabricante japonesa. O Pokémon Go que usa GPS e câmera para permitir que os jogadores capturem, colecionem e façam batalhas com as criaturas digitais enquanto viajam pelo múndo físico manteve-se no topo da lita dos apps mais baixados na App Store da Apple desde 6 de julho, quando foi lançado, de acordo com a empresa de análises App Annie. No domingo pela manhã, o valor de mercado da Nintendo tinha crescido cerca de US$ 7 bi, de acordo com a Bloomberg. Com legiões de jogadores tentando pegar o Pokémon e se reunindo em milhares de locais no mundo real para fazer as batalhas, o engajamento do usuário subiu a um ponto de virar um fenômeno cultural. Segundo a SimilarWeb, no domingo, mais de 60% dos usuários Android que baixaram o game estavam usando-o diariamente. O app já tem mais usuários do que o Tinder e aproxima-se rapidamente do número de usuários do Twitter. Fonte: Vanity Fair

Roteador do Facebook funciona a 10 km de distância da fonte de internet
Do tamanho de uma caixa de sapatos, consegue oferecer acesso a até 1,5 mil pessoas em um raio de 10 km
Com a intenção de levar internet a mais pessoas no mundo todo, e assim ter mais clientes, o Facebook criou a divisão Internet.org. A grande novidade anunciada por Mark Zuckerberg na última quarta-feira (6) é a OpenCellular, uma plataforma de acesso à internet open source.“Mais de 4 bilhões de pessoas ainda não têm acesso básico à internet, e um dos maiores desafios é descobrir como atingir áreas remotas sem infraestrutura”, escreveu ele em sua página. A OpenCellular é do tamanho de uma caixa de sapato e foi projetada para aguentar vento, sol e chuva. Ela deve ser fixada em um ponto alto, como em um poste ou na parede externa de um edifício, tem diâmetro de alcance de 10 km e consegue oferecer acesso à rede a até 1,5 mil pessoas simultaneamente. A parte de baixo da caixa tem conectores para antenas, entradas para cabos de dados e conexão para baterias externas ou sistema de alimentação via energia solar. Essa tecnologia é ideal para zonas rurais, que não costumam atrair a atenção de empresas de telecomunicação por não ter um número de clientes em potencial alto o suficiente. Para atrair mais usuários, o software do projeto terá código aberto. “Este é um sistema aberto a todos – de operadores da Telecom a pesquisadores e empresários – para criar e operar redes de internet wireless em locais remotos”, diz Zuckerberg. A novidade foi recebida com entusiasmo por seguidores de Mark no Facebook. As primeiras unidades devem ser liberadas ainda neste trimestre. Fonte: Code Facebook, via Hypescience

Em busca de vantagens competitivas, empresas estudam novas abordagens de análises de dados

À medida em que 2016 avança, as empresas exploram vários métodos de análises de dados que estão emergindo no mercado. Para Stephen Barone, COO da FullFunnel, 2016 estará voltado para sair dos silos e dos projetos de análise para clientes específicos e ir para uma abordagem mais generalizada de coleta de dados e análises, dentro do espectro do big data. Jeff Bodzewski, chief analytics officer da M Booth and Associates, também espera da foco em análises de dados mais avançadas em 2016. No momento, ele quer desenvolver mais insights em tempo real e, para conseguir isso, planeja alavancar dados móveis de forma mais abrangente. Esses dados incluem localização dos usuários, tornando possível entregar mensagens que reconheçam o contexto em torno da audiência. Na Nationwide Insurance, o chief data officer Wes Hunt disse que está examinando como a tecnologia pode aperfeiçoar os processos de negócio e a experiência do consumidor. Para ele, o potencial para computação cognitiva tem tudo a ver com ajustar as operações. De fato, muito da promessa da computação cognitiva nesses estágios iniciais está centrado em usar máquinas para substituir ou aumentar a capacidade humana para fazer tarefas que envolvem digerir grandes quantidades de dados, tornando-a uma ferramenta potencialmente útil para as operações do dia a dia. Fonte: TechTarget

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