A batalha pelo LinkedIn: pelo menos outras 4 empresas, além da Microsoft, tentaram comprar a rede social

05/07/2016

Marc Benioff experimenta o Hololens, da Microsoft; Nadella, Microsoft, observa

De março até a venda, Microsoft e Salesforce lutaram dólar a dólar pelo controle do LinkedIn

O mercado sabia que, antes de ser vendido para a Microsoft por US$ 26 bi, o LinkedIn estava conversando com a Salesforce. Mas esta semana a publicação de um novo documento pela SEC (a CVM do mercado americano) revelou que eram cinco as concorrentes: a Microsoft (que terminou levando o “prêmio”), a Salesforce, referida no documento como Party A, e três outras, identificadas como Party B, Party C e Party D. O site Re/code acredita que Party C é o Google, mas ninguém arriscou palpites sobre quem seriam as outras empresas. Pelo documento, a Microsoft e a Party A (daí, a conclusão de que seria a Salesforce) estiveram envolvidas em uma guerra de lances sobre o valor das ações. No final, a MS levou ao oferecer o preço de US$ 172 por ação, pagas à vista. Fonte: Business Insider

67% das companhias aéreas já aderiram à Internet das Coisas

Um estudo baseado em uma pesquisa com executivos das 200 principais companhias aéreas realizada pela SITA, empresa multinacional de tecnologias de informação, especializada em serviços para a indústria da aviação, demonstrou que as empresas do setor estão definitivamente tomando trem da IoT. Mesmo desafiadas pelos custos, o número de companhias aéreas envolvidas com grandes inciativas de IoT quase dobrou desde o ano passado — 29% vs 16%. Além disso, 38% planejam pesquisas e projetos pilotos nos próximos três anos. As empresas estão concentrando recursos principalmente em tagueamento de bagagens (61%), monitoramento de equipamentos (50%), identificação de passageiros (47%) e localização (42%). Mobile também é uma atividade em crescimento: cerca de 80% das empresas do setor planejam grandes investimentos em serviços para passageiros via smartphones. Fonte: IoT Daily (MediaPost)
Apple negocia compra da Tidal, serviço de streaming de música
De acordo com The Wall Street Journal, a Apple está em negociações para adquirir a Tidal, um serviço de streaming de música operado pelo magnata do rap Jay-Z. O objetivo seria reforçar o Apple Music por causa dos fortes laços da Tidal com artistas populares como Kanye West, Madonna, Rihanna e Beyoncé, que é casada com Jay-Z. A empresa cobra US$ 20/mês por uma versão em alta fidelidade do seu catálogo de músicas ou US$10 por uma versão em som de qualidade padrão. Ela tem 4,2 milhões de assinantes. Jay-z comprou o serviço da sueca Aspiro em março de 2015 por US$ 56 milhões e deu pequenas participações na empresa a 19 artistas e bandas, mas recentemente andou enfrentando problemas na administração. Fonte: The Wall Street Journal

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