Google avança sobre provedores de Internet

27/06/2016

A empresa adquirida, Webpass, é um pequeno provedor, mas as ambições são gigantescas

Comendo pelas bordas? O objetivo do Google, dizem especialistas, é entrar na liga dos grandes provedores de serviços de Internet, mas a estratégia parece ser um pequeno passo de cada vez. Por isso, o anúncio da aquisição da Webpass, um provedor de Internet de alta velocidade, via fibra, que serve atualmente cinco cidades, está sendo entendido como um sinal de que a empresa pretende ser importante nessa indústria.É também a primeira aquisição da unidade de banda larga, Google Fiber, do grupo Alphabet.O negócio também deverá impulsionar os esforços para entregar Internet de banda larga sem fio, uma tecnologia experimental que expandirá a cobertura com custos mais baixos. Os valores da transação não foram informados. Fonte: Re/Code

Tecnologia de Copyright será usada para bloquear vídeos extremistas
Alguns dos destinos mais procurados para assistir vídeos na web discretamente começaram a usar automação para remover conteúdo extremista de seus sites, de acordo a agência Reuters, que obteve a informação de duas pessoas familiares com o processo. O movimento é um importante passo para erradicar a propaganda de violência e o resultado da pressão que governos de todo o mundo têm exercido sobre as empresas de Internet em virtude da proliferação dos ataques de extremistas em várias regiões do globo. O YouTube e o Facebook estão entre os sites que implantaram sistemas para bloquear ou retirar rapidamente os vídeos do Estado Islâmico e outros materiais similares, disseram as fontes. A tecnologia foi desenvolvida originalmente para identificar e remover conteúdo protegido por copyright. Busca-se nos vídeos por “hashes”, um tipo de impressão digital que as empresas de Internet designam automaticamente para vídeos específicos, permitindo a remoção imediata de todo conteúdo que contenha os “hashes”. Fonte: Reuters

Imigração dos EUA agora quer conhecer também sua presença online
Seu nome de usuário no Twitter pode fazer parte do processo de visto para os EUA. Vai nessa direção a proposta que o US Customs and Border Protection fez na última quinta-feira, 23/6. O departamento sugeriu um novo campo nos formulários de admissão para que as pessoas que entram no país possam declarar suas contas nas mídias sociais e em outros sites. A informação não seria obrigatória, mas infere-se que seu não preenchimento pode dificultar ainda mais um processo que atualmente já envolve análise de impressões digitais, entrevista pessoa e inúmeras checagem nos bancos de dados. O foco da proposta está nos formulários de chegada/saída usados em geral por não-cidadãos nas fronteiras dos EUA e também os formulários eletrônicos usados por pessoas que têm isenção de visto. Não fica claro se os perfis serão examinados em profundidade, embora seja evidente que serão usados para investigações. Fonte: The Verge

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