Falsificações às vezes são melhores que o original, diz fundador do Alibaba

18/06/2016

O Alibaba é acusado por outros revendedores e grande marcas mundiais de tolerar a venda de produtos falsificados.

Em maio, o Alibaba foi suspenso da Coalizão International Antifalsificação (IACC, na sigla em inglês), o órgão que fiscaliza pirataria pelo mundo. Mais de 250 membros, incluindo a Gucci América e a Michael Kors, disseram que deixariam a IACC em protesto contra o fato de o Alibaba ser membro. Mas Jack Ma, CEO do Alibaba Group disse na terça, 14/6, que a decisão da associação era “um passo na direção errada e lamentável”. Segundo ele, é difícil o controle porque muitos produtos piratas chineses têm “mais qualidade” do que o artigo original.  “O problema é que os produtos falsificados, hoje, têm mais qualidade e preços melhores que os verdadeiros”, disse ele. “Eles usam exatamente as mesmas fábricas, os mesmos materiais, mas não usam o nome (das marcas). ” Ele também disse que a empresa faria “qualquer coisa” para impedir o comércio dos produtos falsos. No mês passado, o Taobao, site de compras online do Alibaba, passou a controlar mais a venda de bens de luxo, exigindo que os vendedores mostrem provas de autenticidade. Fonte: Portal Abemd

Pesquisa: muitos anunciantes continuam no escuro em relação ao “traffic sourcing”
Algumas vezes, portais e sites percebem que não cumprirão as promessas feitas aos anunciantes em relação ao volume de suas audiências e compram tráfego de terceiros. Isso chama-se “sourced traffic” ou “traffic sourcing” e é uma verdadeira zona de sombra no mundo de mídia atual. Mas pode ser ainda pior: segundo uma pesquisa de abril de 2016, feita pela Association of National Advertisers, que ouviu 134 executivos de marketing de empresas anunciantes e membros da ANA, 34% deles não conheciam o conceito. Além disso, 54% não tinham certeza se algumas de suas compras de mídia incluíam alguma forma de “traffic sourcing”. Apenas 19% disseram ser muito ou extremamente familiares com o conceito. Segundo especialistas, embora muitos anunciantes usem a prática para preencher as cotas de visitantes, ela pode facilitar fraudes e cybercrimes, assuntos que estão na linha de frente entre as preocupações de anunciantes e agências. A maioria dos executivos ouvidos em outra pesquisa, da MyersBizNet, de maior de 2015, disseram que essas são suas preocupações principais. Fonte: eMarketer

Disney, está apostando em apps sociais

À medida em que os índices de audiência das TVs continuam a diminuir, as redes estão jogando tudo na parece na esperança de fazer os telespectadores sintonizarem suas programações. Para o canal da Disney Freeform, anteriormente ABC Family, voltado predominantemente para adolescentes, isso significa gastar muito mais tempo e dinheiro em plataformas sociais. Este mês, o Freeform lançou uma campanha no app móvel Wishbone, um app que permite aos seus usuários, também predominantemente adolescentes, participar de votações sobre cultura pop. No app, o Freeform está fazendo os fãs votarem em vários elementos relacionados a cinco de suas séries de TV. O canal notara que os fãs de sua programação já estavam postando conteúdo organicamente no app. E quando começou a experimentar com votações para duas séries recebeu 4 e 5 milhões de votos. “As mídias sociais tornaram-se uma parte crítica da estratégia do Freeform”, comentou Dalia Ganz, diretora de digital e parcerias do canal. “Queremos estar à frente do que os nossos fãs estão fazendo. Por isso, estamos no Wishbone. Os fãs inclusive já estão criando suas próprias votações.” O Wishbone é apenas a campanha social mais recente do Freeform. No ano passado, a rede usou Snapchat e Pinterest, entre outras plataformas sociais. Fonte: Digiday
Snapchat anuncia upgrade em parcerias, incluindo agências e analytics
Seja qual for as diferenças específicas entre as diversas redes de mídias sociais, a expansão dos seus produtos tende a seguir um caminho parecido. Assim, da mesma maneira que fizeram o Facebook e o Twitter antes dele, o Snapchat anunciou a inevitável parceria com “key players” para intensificar a publicação de anúncios e as oportunidades na popular rede social móvel. As novidades são APIs para anúncios, um controle de qualidade mais rigoroso, dois tipos de parceria com agências e recursos analíticos em parceria com a MOAT e outros que deverão dar mais segurança às marcas. Fonte: Direct Marketing News

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