Por que os consumidores preferem se comunicar com SACs via texto?

11/06/2016

Consome menos tempo e é mais conveniente do que telefonar foram as principais respostas a uma pesquisa

De acordo com uma pesquisa de fevereiro de 2016, feita pela Ovum, os consumidores gostam de usar canais diferentes quando falam com o atendimento ao consumidor. Mas muitos nos EUA e também na Alemanha preferem usar texto porque acham que consome menos tempo e é mais conveniente do que uma ligação telefônica. Foram entrevistados 1.000 usuários da Internet, divididos igualmente entre alemães e americanos. 44% deles disseram que uma das razões da preferência era porque consumia menos tempo. Já 42% disseram preferir texto porque era mais conveniente do que usar o telefone. Cerca de um terço disseram que enviar um texto é menos frustrante e mais de quarto disseram que preferem pedir para a empresa enviar mensagem ou ligar de volta. Fonte: eMarketer
Don Tapscott: como a tecnologia blockchain pode mudar o mundo
Blockchain é basicamente uma base de dados distribuídos em fonte aberta que usa criptografia no estado da arte. Mas essa tecnologia pode facilitar a colaboração e o rastreio de todos os tipos de transações e interações. Don Tapscott, pesquisador, consultor e escritor canadense diz em seu novo livro “Blockchain Revolution: How the Technology Behind Bitcoin is Changing Money, Business, and the World” que acredita que a blockchain pode oferece genuína proteção à privacidade e uma “plataforma para verdade e confiança”. O ponto de partida é que podemos gravar qualquer informação estruturada, não apenas que pagou a quem mas também que casou com quem ou quem possui aquela propriedade ou quem comprou eletricidade e de que fonte. No caso da Internet das Coisas, será necessário um sistema baseado em blockchain para garantir o estabecimento de trilhões de transações em tempo entre as coisas. A maior parte das aplicações de blockchain — o Bitcoin é a maior — são o que chamamos de “permission-less systems”, nos quais as transações são realizadas sem se saber quem é a outra parte e também independentemente de autoridades centrais. Mas, para Tapscott, o mais importante é o conceito de se criar uma base dados distribuiídos onde a confiança é estabelecida através da colaboração em massa e de um código inteligente em vez de haver uma instituição poderosa que faça a autenticação e garanta as operações. Fonte: McKinsey
Apple usa assinaturas para impulsionar a App Store — e o Google já reagiu
Na quarta, 8/6, a Apple detalhou alguns dos seus planos para sua loja de aplicativos. Eles incluem um novo modelo de compartilhamento de receita que dará aos desenvolvedores mais dinheiro quando os usuários assinarem um serviço via seus apps — em vez de ganha 70% da receita das assinaturas, eles ganharão 85%, desde que o assinante esteja pagando há um ano. O Google reagiu rapidamente e anunciou a mudança do 70/30 para 85/15. E, em vez de exigir que o assinante fique um ano para só então gerar a receita para o desenvolvedor, ele ganhará imediatamente. Fontes disseram que o Google já vem testando a nova divisão com algumas empresas de entretenimento (a Apple estaria fazendo mesmo) e começou a operar o novo modelo um ano atrás com serviços de vídeo, como uma maneira de obter assinatura do Play para ofertas de transmissão online. Fonte: Re/code
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