O marketing de relacionamento e o impacto do novo sistema de proteção de dados

01/06/2016

Efraim Kapulski, presidente da Abemd

Efraim Kapulski, presidente da ABEMD

Na terça-feira da semana passada, 24/5, a ABEMD reuniu-se com representantes de outras associações e profissionais do mercado para discutir os temas da proteção de dados pessoais e da privacidade dos consumidores, cada vez mais presentes no dia a dia das empresas. Hoje, o presidente da associação, Efraim Kapulski, divulgou o comunicado abaixo:

Há mais de 10 anos a ABEMD tem se colocado à frente das discussões sobre a privacidade do consumidor, um tema que perpassa todas as atividades que envolvem o Marketing de Relacionamento = Marketing Diálogo, defendendo acima de tudo um sistema de autorregulamentação que garanta o desenvolvimento das atividades econômicas do setor sem intervenções legais ou governamentais que coloquem freios à livre manifestação comercial.

As avançadas tecnologias que empregamos atualmente permite a análise das menores nuances do comportamento do consumidor e um direcionamento cada vez mais preciso das atividades de marketing, proporcionando benefícios direto aos destinatários das mensagens – eles passam a receber ofertas realmente relevantes, de acordo com seus perfis e preferencias – e, ao mesmo tempo, garantindo eficiência, altas taxas de conversões e custos razoáveis para as empresas.

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Estudo: bloqueadores de anúncios móveis estão tomando conta de países em desenvolvimento
O uso de “adblockers”, software que bloqueia anúncios digitais, tem defensores e opositores. Os primeiros dizem que a tecnologia permite às pessoas ter melhor acesso aos conteúdos sem ter que sofrer com a interferência de anúncios invasivos. Já os oponentes, em especial empresas que dependem de publicidade, como Google e Facebook, que contam com a receita publicitária para manter seus impérios, dizem que o bloqueio de anúncios viola o contrato implícito com os usuários quando eles veem material online, muitos dos quais são bancados exatamente pela publicidade digital. A disputa parece estar ficando mais acirrada à medida em que o uso de adblockers móveis está se espalhando principalmente nos mercados emergentes, onde mais pessoas dependem dos seus smartphones para usar a Internet. 36% dos usuários de smartphones na região Ásia-Pacífico já têm browsers com bloqueadores de anúncios em seus dispositivos móveis. Na Índia e na Indonésia — dois dos mercados da Internet com mais rápido crescimento no mundo — já são quase dois terços dos usuários de smartphone, de acordo com um novo relatório da PageFair, start-up que promete ajudar a recuperar parte da receita publicitária perdida, e Priori Data, empresa que rastreia aplicativos de smartphone. Fonte: The New York Times

O que essa rede de produtos de beleza tem de mais bonito é seu programa de fidelidade
A Ulta Beauty é a maior rede de varejo de produtos de beleza dos EUA. Sediada em Bolingbrook, cidadezinha ao sul de Chicago, tem mais de 800 lojas e pretende chegar a 1000 em 2017. Os planos parecem sólidos, considerando que os resultados do primeiro trimestre deste ano apresentaram o maior crescimento em uma década — a empresa cresceu 15,2% em relação ao mesmo período de 2015, um resultado que foi o maior desde 2006. Houve também um crescimento de 11% nas visitas às lojas e de 4,2% no valor que gasta em cada visita. Segundo Mary Dillon, CEO da Ulta Beauty, a jóia da coroa foi o crescimento das inscrições no programa de fidelidade da rede — 25% a mais em relação ao ano anterior. Os participantes do Ultamate Rewards, 19,4 milhões, geram 80% das vendas da Ulta. Fonte: Chicago Tribune

Twitter tira de cena seu botão “comprar” — mas isso não significa o fim do social commerce
Desde 2014, plataformas como Twitter, Facebook e Pinterest começaram a desenvolver variações de uma ferramenta que estimularia a compra por impulso nas mídias sociais. Agora, porém, começa a ficar claro que nem todas as plataformas de mídias sociais fazem sentido como espaços de compra. E esta semana o Twitter anunciou a decisão de encerrar suas ambições de ecommerce e concentrar-se em sua principal vocação, que é a de ser um espaço de interações sociais ao vivo. Mas isso não significa que a ideia de social commerce morreu. De acordo com um estudo da Walker Sands, realizado em 2015, 32% dos consumidores pretendiam fazer pelo menos uma compra usando uma plataforma de mídias sociais. Mas quando perguntados especificamente sobre o Twitter apenas 6% disseram o mesmo, o que prova que o problema não é o social commerce, é o próprio Twitter. Em uma rede social baseada em imagens como a Pinterest, por exemplo, onde os usuários arquivam imagens de itens que lhe interessam, o caminho para a compra é mais claro. De acordo com um estudo da Millward Brown, 93% dos usuários da Pinterest usam a plataforma para planejar compras e 87% já compraram alguma coisa por causa da plataforma. Segundo dados da própria Pinterest, há mais de 20 mil varejistas usando seus “Buyable Pins” e eles estão ganhando novos clientes, fazendo mais vendas e obtendo melhores taxas de conversão móvel. Ou seja, diferentemente do Twitter, a Pinterest não tem intenção de sair do jogo do social commerce. Fonte: ZD Net

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