A semana que passou: o desafio dos novos canais de comunicação criados pela Internet das Coisas

29/05/2016

Li neste final de semana um artigo interessante e resolvi compartilhá-lo com vocês. Foi escrito por Chuck Martin, CEO do Mobile Future Institute, editor do MediaPost responsável pelas colunas IoT Daily, Connected Thinking e MobileShopTalk, autor dos livros “Mobile Influence”, “The Third Screen” “The Internet of Everything” (lançamento em breve).

Muitas coisas vão se tornar conectadas à Internet, mas ainda há dúvidas se os consumidores querem mesmo isso ou não.

Um dos mais recentes dispositivos domésticos conectados é o filtro de água Brita – com wi-fi.

A ideia é o equipamento pedir diretamente à Amazon um novo filtro quando uma determinada quantidade de água tiver passado pelo filtro que estiver sendo usado.

É o mesmo conceito usado em impressoras da HP e da Brother, ligadas a uma rede e que pedem automaticamente cartuchos de tinta quando forem necessários.

E a cafeteira da Keurig lê códigos QR para determinar se o copinho K é licenciado oficialmente – exigência do novo dispositivo. O próximo passo lógico para a Keurig é acrescentar wi-fi para que esses copinhos oficiais possam ser pedidos diretamente da empresa.

Esse é outro caso de marcas abrindo uma porta direta de comunicação com os consumidores finais de seus produtos.

Jonathan Newman, International CIO e VP ecommerce da rede de lojas Office Depot comentou essa nova tendência. Segundo ele, no caso de lojas de suprimentos para escritórios, como Staples e Office Depot, depois de uma impressora ser vendida, o monitoramento do uso dos cartuchos de tinta é feito pela própria impressora, levando o relacionamento com o consumidor para a fabricante, esteja ela ou não preparada para se comunicar diretamente com os consumidores finais.

Newman sugeriu que as fabricantes de impressoras, como a HP, tradicionalmente não têm um relacionamento um-para-muitos, pois vendem através de canais, como os varejistas

“A HP não pode vender bem diretamente para os consumidores”, disse Newman.

Empresas como a Office Depot estão sendo desafiadas pela nova dinâmica causada pela explosão do número de sensores presentes em todos os tipos de dispositivos.

“Estamos tentando encontrar formas de lidar com isso”, contou Newman.

Ele não está sozinho.

Fonte: IoT Daily

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