Google patenteia um “pega-pedestres”

23/05/2016

Os carros sem motoristas poderão ter uma película que faz o pedestre grudar no capô, evitando impactos secundários
É praticamente impossível que carros sem motorista não se envolvam em acidentes – inclusive envolvendo pedestres. Preocupada com isso, o Google desenvolveu uma solução original para minimizar as lesões nestes casos: um “pega moscas” humano. A patente foi concedida no início desta semana e descreve “uma camada adesiva posicionada na extremidade dianteira do veículo”, de forma que os pedestres “grudam” no carro em uma colisão. Isso garante que a pessoa permaneça com o veículo até que ele pare, ao invés de ser lançada para longe, evitando um impacto secundário entre o pedestre e a superfície da estrada ou outro objeto. Conforma nota a patente, muitas lesões de pedestres não são resultado da colisão inicial, mas sim de quando o pedestre é jogado para longe do carro. O “pega moscas” humano pode ser de fato um grande aliado do pedestre. A patente observa que outros fabricantes têm tentado diferentes mecanismos para evitar lesões de pedestres durante uma colisão. Por exemplo, a Jaguar criou um sistema que levanta o capô do carro depois de um impacto, a fim de fornecer uma zona mais suave para o pedestre durante o impacto. A Volvo implementou airbags para fora do carro. No entanto, estes artifícios não abordam as possíveis lesões que ocorrem quando um pedestre é jogado para longe do carro. Fonte: The Verge

O fim do grátis? Por que cada vez mais varejistas estão lançando programas de fidelidade premium
A Restoration Hardware, rede americana de materiais de construção, reforma e decoração, está substituindo todas as suas promoções tradicionais por um programa de recompensas do tipo premium. O participante paga US$ 100/ano e ganha um cartão RH Grey Card com direito a um desconto “flat” de 25% em todos os produtos das marcas próprias, 10% a mais de desconto nas liquidações, serviços de design de interiores gratuitos, além de taxas reduzidas nas compras a crédito. A Restoration Hardware é apenas o varejista que lançou mais recentemente um programa desse tipo. A empresa de investimentos Piper Jaffray estima que metade de todos os lares americanos já são assiantes do Amazon Prime, que oferece entrega em dois dias e um arsenal crescente de benefícios adicionais por US$99/ano ou US$10.99/mês. A rede de livrarias Barnes & Noble já cobra há algum tempo por seu programa de prêmios — US$25/ano em troca de descontos exclusivos nas lojas, entrega expressa nas compras online e outros benefícios. E analistas antecipam que a Costco provavelmente aumentará o preço da assinatura anual do seu programa em 2017 — de US$ 55 para US$ 60 na categoria Gold Star Membership e de US$ 110 para US$ 120 na Executive Membership. Eles também acreditam que mais e mais varejistas de todos os formatos e tamanhos pegarão a onda da “fidelidade premium” nos próximos meses. “Esses programas são desenvolvidos para levar os clientes fieis mais frequentemente às lojas — e isso funciona”, afirma Matt Schulz, analista senior do site CreditCards.com. “Além disso, se as pessoas são clientes fiéis de uma loja, eles provavelmente aceitarão pagar por esses tipos de programas —desde que sintam que lhes traz valor. E essa é a chave: oferecer a eles algo de valor, algo que é exclusivo da sua loja e que responde aos desejos ou necessidades dos clientes.” Fonte: Retail Dive

Metadata levanta US$2 milhões para ajudar empresas B2B a falar com clones dos seus atuais clientes e prospects
Uma antiga teoria do marketing parece estar mais perto de ir para a prática. Segundo Gil Allouche, co-fundador e CEO da startup Metadata, a tecnologia de sua empresa oferece uma maneira eficaz para empresas que vendem para outras empresas encontrar e atingir novos “hot prospects”. Funciona assim: as empresas conectam suas contas da Salesforce ou de outras ferramentas de CRM com a Metadata e a tecnologia da empresa usa dados de terceiros para ajudá-las a mostrar seus anúncios a pessoas que são similares aos seus clientes e prospects atuais. Allouche disse que a Metadata não busca todo mundo no banco de dados, apenas aqueles leads qualificados que expressaram real interesse no produto, o que torna a ferramenta muitíssimo eficaz. “Queremos ser o lugar no qual [empresas B2B] podem essencialmente colocar suas máquinas de geração de demanda no piloto automático”, afirmou ele. “A cada nova campanha, basta clicar em Amplify That, colocar a meta ou a verba e ela vai trabalhar automaticamente.” A empresa anunciou que um grupo de investidores, como Greycroft, 500 Startups, Right Side Capital Partners, além de vários “anjos”, liderados pela Hillsven Capital, já aportou 2 milhões de dólares no empreendimento. Fonte: TechCrunch

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