HondaCarAção é a primeira de realidade virtual com conteúdo de marca feita pela nova divisão da empresa proprietária do jornal
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Yuri Milner é um físico, empresário e investidor russo da área de tecnologia. Além disso, é também um pesquisador de vida inteligente fora da terra. E seu atual empreendimento, Breakthrough Initiatives, é exatamente nessa direção, a busca de uma resposta para uma das principais questões da humanidade – “será que estamos sozinhos?”. Continue lendo »

Os três princípios de UX que vão ajudar seu website a fazer a coisa certaOs três princípios de UX que vão ajudar seu website a fazer a coisa certa

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Os itens que você encontrar e gostar nas fotos das outras pessoas poderão ser clicadas e compradas no ato

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Netflix origcontnetCrescimento acelerado será necessário para enfrentar concorrência de pesos pesados como Amazon, Hulu, HBO e Disney
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A ideia da rede social é tornar mais fácil o uso da plataforma para coisas do mundo real
Ticketmaster e Eventbrite são empresas especializadas na venda de ingressos. Principalmente através de seus sites. Cada vez mais, no entanto, o público dessas empresas, jovens em sua maioria, recusa-se a sair de seus smartphones — e dos apps de redes sociais, com Facebook na liderança. A solução era óbvia: já que a montanha não vinha a Maomé, Maomé foi à montanha. Nesta segunda, 11/4, o site BuzzFeed informou que a Ticketmaster ia começar a vender ingressos diretamente no Facebook. E, algumas horas depois, atualizou a informação, anunciando que a Eventbrite havia tomado a mesma decisão. O fato de serem duas as empresas a começarem a usar a rede para esse negócio indica que se trata de um negócio que está sendo levado a sério pelo Facebook e não um simplesmente experimento. Nesse sentido, o diretor de Product Partnerships da empresa, Jon Park, contou ao BuzzFeed que o Facebook está tentando tornar mais fácil para as pessoas usar sua plataforma para ir ao mundo real. Fonte: BuzzFeed

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At the Amazon fulfillment center in DuPont, a robot, at right, zooms away as Byron Struble removes packages from the container on top of another robot and then places them onto a conveyor belt. (Ellen M. Banner/The Seattle Times)Ainda há muitas atividades em que as habilidades tipicamente humanas são insubstituíveis
Nos armazéns da Amazon circulam atualmente cerca de 30 mil robôs Kiva, levando mercadorias para lá e para cá. Ao contrário do que isso poderia indicar, considerando que a empresa é um parâmetro de eficiência conduzida por tecnologia, a Amazon é a segunda maior empregadora entre as empresas da Fortune 500 e essa posição deve-se principalmente aos empregos em seus estoques. São cerca de 230 mil humanos com capacidades que as máquinas não têm. “Quando você está cada vez mais em ambientes não estruturados, envolvendo objetos com diferentes formas, tamanhos e propriedades, e também arranjos espaciais imprevisível de múltiplos objetos, ainda é mais barato contratar seres humanos”, diz Emanuel Todorov, pesquisador de robótica. O fato é que a Amazon este ano, apenas para Kent, onde construiu o centro de fulfilment de mais avançada geração, vai contratar 1.200 funcionários. Fonte: The Seattle Times

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 Solução têm o potencial de substituir ligações telefônicas para centrais de atendimento

Chatbots (ou chatterbots) são programas que buscam simular seres humanos na conversação com outras pessoas. Empresas como Microsoft,Google e Facebook estão trabalhando no desenvolvimento dessas soluções que tem o potencial de substituir as ligações telefônicas para as centrais de atendimento. O próximo passo nessa direção será dado na F8, conferência de desenvolvedores do Facebook, que será realizada em San Francisco, em 12 e 13 de abril. Considerando que a maioria das empresas não têm recursos ou capacidade técnica para eles mesmo construírem chatbots, o Facebook vai disponibilizar APIs e plug-ins de Live Chat para desenvolvedores. Apesar da rede social não ter montado uma plataforma específica para parceiros, está claro que a iniciativa insere-se em um movimento geral para dar mais musculatura de negócios ao Messenger. Fonte: TechCrunch

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Michael Pelletz é um motorista do Uber que resolveu engatar uma marcha diferente. Ele está lançando um novo serviço de compartilhamento de corridas com um diferencial interessante: tanto os motoristas como os passageiros serão exclusivamente mulheres. Chariot for Women vai começar a operar na área de Boston em 19 de abril. Concorrentes do Uber têm proliferado por aí, mas um tão específico assim faz sentido? Aparentemente, sim. “A premissa é a mesmas dos outros serviços”, contou Pelletz em uma entrevista por telefone para o site TechCrunch. “Há um app para os motoristas e um para os clientes; mas o que nos diferencia é nosso recurso de segurança que os outros apps esqueceram.” O serviço, cuja tecnologia aguarda aprovaçao da patente, dá a motorista e cliente um código no app depois de uma solicitação de corrida. Quando o carro chega, o motorista e o passageiro conferem os códigos. Outro detalhe é que o Chariot for Women doa para caridade 2% do valor da corrida não usa o modelo de “surge charging” do Uber, de aumentar os preços quando há muita demanda.

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Evento inaugura o calendário 2016 dos cursos do Espaço DesenvolveRH, eixo da entidade que cuida do aprimoramento profissionalESPAÇO DESENVOLVIMENTO