Vídeo digital está mudando o tradicional formato de 60′ dos programas de TV

28/04/2016

Cena de The Walking Dead

Alguns programas começam a ter episódios que duram o tempo exigido pelo roteiro, em vez de ficarem limitados ao padrão
Historicamente, as redes de televisão funcionavam como um navio de conteineres: o produto tinha que caber exatamente nas “caixas padrão” para facilitar a distribuição. As redes precisavam de uma grade de horários previsíveis para garantir espaços específicos de tempo que seriam usados pelas afiliadas. Bem, isso está mudando. Programas como “Sons of Anarchy”, da AXN, e “The Walking Dead”, da AMC, estão exibindo episódios mais longos quando o roteiro exige. É a maneira como os canais a cabo estão reagindo ao conteúdo digital e à tendência de “binge-watching”, assistir todos os episódios de uma série de uma vez. “Os canais a cabo perceberam que não há razão para que suas séries com episódios de 60 minutos, geralmente os dramas, não precisam necessariamente terminar após exatos 60 minutos”, comentou o crítico James Poniewozik. Fonte: The New York Times

Novo CEO pretende “reinventar” a RadioShack

A RadioShack é uma das principais redes de lojas especializadas em eletroeletrônicos dos EUA, mas que pediu falência no ano passado. Agora ganhou nova direção — e, quem sabe, um futuro. A empresa proprietária da rede, Standard General LP, contratou o ex-CEO da Target Australia e da Sears Canada, Dene Rogers, para ajudar a reviver o negócio. Rogers declarou que pretende “reinventar o modelo de negócio da RadioShack para criar uma empresa com crescimento dinâmico”. Fonte: The Wall Street Journal

Afinal, o que realmente importa para a fidelidade do consumidor?
Peter Sheahan é um bem-sucedido escritor australiano, além de fazer parte do hall of fame da National Speakers Association, cujo último livro, “Matter,” explora como as empresas e marcas podem superar a concorrência, criar mais valor e tornar-se a “escolha óbvia”. Uma das questões levantadas no livro é que os anunciantes deveriam estar questionando o valor dos programas de fidelidade. A resposta de Sheahan é “não, mas acho que deveriam estar questionando o que é e o que não é um programa de fidelidade”. Mais especificamente, acrescenta, se o único valor da “fidelidade” envolve desconto no preço do produto então a empresa não precisar de um programa de fidelidade — precisa é de preços mais baixos. Sheahan acredita que a verdadeira fidelidade tem que ir além de descontos. “[ela] tem que se mover para o nível da afinidade e da identididade e da marca”, diz. Fonte: Colloquy

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