Startups querem dar nova vida ao negócio da morte

26/04/2016

Roupas com cogumelos e urnas biodegradáveis já são coisas deste mundo

Até agora, havia basicamente duas maneiras de dar adeus a um ente querido: enterro ou cremação. Mas um grupo de empreendedores está disposto a apresentar alternativas a esses modelos tradicionais. Por 1.500 dólares, por exemplo, pode-se adquirir um Infinity Burial Suit, uma roupa de algodão costurada com cogumelos que farão o trabalho de decomposição — e já há um voluntário para se tornar o primeiro humano a ser enterrado com ela. Já a Bios Urn está trabalhando na criação de uma urna incubadora biodegradável que vem com um app para monitorar o crescimento de uma árvore alimentada pelas cinzas. As soluções podem parecer estranhas, mas o que move esses empreendedores são motivos nobres: aceitação da morte e preservação do planeta. Fonte: The New York Times

Dia das Mães: JCPenney leva painéis do Pinterest para shopping centers

A rede de lojas de departamentos JCPenney, que tem 1060 lojas em 49 estados dos EUA, está buscando atrair mães que são fãs do Pinterest com paineis ao vivo da rede social de compartilhamento de imagens. Como parte de sua campanha do Dia das Mães, a empresa planeja implementar painéis digitais em 10 shopping centers para demonstrar seus produtos e inspirar usos. O varejista está trabalhando com o Pinterest para alavancar insights dos usuários da rede para criar a seleção. Os consumidores verão os painéis do Pinterest nas áreas comuns dos shoppings e poderão comprar os produtos ofertados nas lojas JCPenney que estarão perto dos painéis. Fonte:IPG Media Lab
Netflix pretende ficar fora das transmissões ao vivo
Por anos, a Netflix foi questionada sobre o interesse em transmissões de vídeo ao vivo, principalmente de eventos esportivos. A resposta, segundo Ted Sarandos, seu content chief, é que a Netflix não tem planos de pular no vagão das transmissões ao vivo, mesmo assistindo empresas como Facebook aderindo a essa tendência. “Nossa proposta de marca tem tudo a ver com o ‘on-demand'”, disse Sarandos. A empresa acredita que seu modelo, video on-demand, é melhor do que assistir ao vivo, na medida em que “uma tonelada de valor para ele”, acrescentou. Analistas acreditam que o espaço de vídeo caminha para dois modelos, um deles envolvendo a transmissão de eventos, principalmente esportivos, em que o “ao vivo” faz todo sentido — mas está sendo disputado avidamente por inúmeras empresas. O outro modelo é o da programação on-demand — e nesse a Netflix ocupa um lugar cada vez mais proeminente. Fonte: Business Insider

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