Por que os robôs da Amazon não estão tomando o lugar dos humanos

12/04/2016

At the Amazon fulfillment center in DuPont, a robot, at right, zooms away as Byron Struble removes packages from the container on top of another robot and then places them onto a conveyor belt. (Ellen M. Banner/The Seattle Times)Ainda há muitas atividades em que as habilidades tipicamente humanas são insubstituíveis
Nos armazéns da Amazon circulam atualmente cerca de 30 mil robôs Kiva, levando mercadorias para lá e para cá. Ao contrário do que isso poderia indicar, considerando que a empresa é um parâmetro de eficiência conduzida por tecnologia, a Amazon é a segunda maior empregadora entre as empresas da Fortune 500 e essa posição deve-se principalmente aos empregos em seus estoques. São cerca de 230 mil humanos com capacidades que as máquinas não têm. “Quando você está cada vez mais em ambientes não estruturados, envolvendo objetos com diferentes formas, tamanhos e propriedades, e também arranjos espaciais imprevisível de múltiplos objetos, ainda é mais barato contratar seres humanos”, diz Emanuel Todorov, pesquisador de robótica. O fato é que a Amazon este ano, apenas para Kent, onde construiu o centro de fulfilment de mais avançada geração, vai contratar 1.200 funcionários. Fonte: The Seattle Times

Victoria’s Secret: bye-bye catálogos, hello programas de fidelidade

Que tempos estamos vivendo! Primeiro, a Playboy parou de publicar fotos de garotas nuas. E agora é a vez da Victoria Secret anunciar que parará de enviar seus famosos catálogos impressos com as maravilhosas modelos usando praticamente nada. A decisão veio de cima, da L Brands, a empresa mãe da Victoria’s Secret, que decidiu concentrar seus esforços em programas de fidelidade e engajamento como parte de uma reorganização da marca. A mudança pode significar uma economia de até 100 milhões de dólares, mas pode trazer danos para a imagem da marca junto aos consumidores e para as vendas que só poderão ser calculados no futuro, comentaram analistas de varejo do Citi. E lembram que a J.C.Penney trouxe de volta no ano passado os seus catálogos impressos, dizendo que havia perdido vendas após descontinuá-los em 2010. Fonte: The Wall Street Journal
Startup apresenta sua plataforma de marketing para apps de chat
As empresas estão muito interessadas em apps de chat — inclusive porque ainda não conseguiram descobrir exatamente como usá-los. Os mais bem sucedidos são bem específicos, como o Pana, voltado para a indústria de viagens. Mas a startup inglesa BetterBrand quer mudar esse cenário, com a primeira plataforma de autosserviço para múltiplos apps de chat não ligado a uma indústria ou plataforma específica. A BetterBrand é desenhada para engajar os usuários que visitam uma página pública da marca ou uma conta em um app de chat, através de uma conversa simulada e pré-definida que pode incluir conteúdo de texto, foto, vídeo, preços de produtos, botões de comprar, concursos, pesquisas, cupons e links. O editor do conteúdo é responsivo a palavras-chave e segue um modelo de árvore de decisão. Fonte: MarketingLand

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