A semana que passou: um Uber feminino? Google Fiber será pago? E outras questões

10/04/2016

Michael Pelletz é um motorista do Uber que resolveu engatar uma marcha diferente. Ele está lançando um novo serviço de compartilhamento de corridas com um diferencial interessante: tanto os motoristas como os passageiros serão exclusivamente mulheres. Chariot for Women vai começar a operar na área de Boston em 19 de abril. Concorrentes do Uber têm proliferado por aí, mas um tão específico assim faz sentido? Aparentemente, sim. “A premissa é a mesmas dos outros serviços”, contou Pelletz em uma entrevista por telefone para o site TechCrunch. “Há um app para os motoristas e um para os clientes; mas o que nos diferencia é nosso recurso de segurança que os outros apps esqueceram.” O serviço, cuja tecnologia aguarda aprovaçao da patente, dá a motorista e cliente um código no app depois de uma solicitação de corrida. Quando o carro chega, o motorista e o passageiro conferem os códigos. Outro detalhe é que o Chariot for Women doa para caridade 2% do valor da corrida não usa o modelo de “surge charging” do Uber, de aumentar os preços quando há muita demanda.

Google Fiber, ouviu falar? É o o serviço de banda larga criado pelo Google para expandir a oferta de Internet nos Estados Unidos, oferecendo até 1000 Mbps (1 Gb/s) de velocidade. Para se ter uma ideia, isso é até 100 vezes mais veloz do que a média da velocidade oferecida pelas operadoras do Brasil. O serviço começou a ser implantado em 2013 e tinha uma característica importante: o acesso era grátis (na verdade, um fee de instalação da fibra ótica). A primeira cidade foi Kansas City e o serviço já se expandiu para dezenas de cidades americanas.

Mas eu disse era, perceberam? Na semana passada, foi anunciado que novos usuários não terão mais o acesso grátis no modelo de Internet rápida, como até então. Analistas acreditam que a pressão dos acionistas do Alphabet, empresa mãe do Google, por resultadofoi forte demais, considerando que Fiber é a unidade mais cara do conglomerado, fora o próprio Google.

A Amazon resolveu enfrentar o Paypal com o lançamento do Amazon Payments. A ideia é que os e-varejistas possam explorar a enorme base de usuários da Amazon, sem a necessidade dos consumidores criar um novo login/senha no site do e-varejista. E que esse check-out mais rápido se traduza em mais vendas.

Fontes: Chariot For Women, TechCrunch, Re/code, Techtudo

 

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