Small Data é o novo Big Data? Salesforce + IA. E mais

07/04/2016

Big Data quandary60-65% das inovações em tempos recentes foram baseadas em Small Data

Nos últimos anos, tem se falado muito em Big Data e se deixado de lado o Small Data, isto é, dados em volumes e formatos que possibilitam a compreensão humana e, portanto, são acessíveis, informativos e acionáveis. Mas isso parece estar mudando. Em seu novo livro, “Small Data: The Tiny Clues That Uncover Huge Trends”, Martin Lindstrom argumenta que Small Data explica o porquê por trás do que Big Data revela. “A questão no momento é que o mundo corporativo tornou-se completamente blindado pelo Big Data”, disse Lindstrom em uma entrevista recente para a Wharton Business Radio. “Mas é muito difícil descrever emoções usando dados.” Em sua conceituação, Big Data tem tudo a ver com encontrar correlações, enquanto SmallData tem tudo a ver com encontrar as causas — as razões por que. Usando Snapchat e Post-Its como exemplos, Lindstrom estima que, entre as 100 maiores inovações de tempos recentes, 60-65% são baseadas em Small Data. Para seu livro, ele entrevistou 2 mil famílias em mais de 77 países. Fonte: RetailWire

Salesforce aposta alto em Inteligência Artificial
As empresas que usam produtos Salesforce podem em breve encontrar recursos de inteligência artificial rodando na plataforma de CRM, devido à aquisição pela empresa da MetaMind, serviço de IA e tecnologia de aprendizagem em profundidade, capaz de analisar imagens, textos e sentimentos. O CEO da MetaMind, Richard socher, anunciou a fusão no blog da empresa. “Na MetaMind, sempre estivemos interessados em usar IA para gerar alto impacto em casos de uso. Não posso pensar em uma melhor lugar para isso ocorrer do que na Salesforce e seus muito atuais e futuros produtos”, comentou Socher em um comunicado. Essa aquisição mostra uma tendência na direção de “máquinas de aprendizagem” em toda a indústria de CRM. “No ano passado [Salesforce] comprou RelateIQ, que é, evidentemente, inteligência de relacionamento… Há um mergulho mais profundo agora com a MetaMind e a capacidade de alavancar a tecnologia”, disse Brent Leary, co-fundador da CRM Essentials. “Esse movimento os leva um passo adiante no caminho onde já se encontram.” Fonte: Direct Marketing News
Como a Reebok aborda mulheres no Instagram. Alerta de spoiler: é differente de como a Nike faz isso
As marcas de fitness têm abordagens diferentes, dependendo dos seus status, suas metas e suas audiências. O site ClickZ examinou as diferenças entre as maneiras da Reebok e da Nike abordarem a audiência reminina no Instagram. Primeiro as semelhanças ambas têm contas especiais para o público feminino, buscando criar conteúdo mais relevante para esse público. Tanto @Reebokwomen como @Nikewomen tem um número aproximado de posts e pouco mais de 600 imagens e vídeos. A diferença começa no número de seguidores: a popularidade da Nike é imensamente maior — 40,9 milhões na conta principal e 4 milhões na conta para o público feminino, enquanto os números da Reebok são respectivamente 617 mil e 149 mil (há uma terceira conta, @Reeboclassics, com 448 mil seguidores). Mas o que realmente separa uma marca da outra na rede social é como definem suas presenças. Reebok quer inspirar as mulheres a testarem seus limites, e serem melhores, mais fortes, mais determinadas. O conteúdo visual tem foco em esforço, ação (e suor), como o uso da hashtag #toughisbeautiful deixa claro. Já a Nike é mais emocional, oferecendo um conteúdo de altíssima qualidade que o público adora. Fonte: ClickZ

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