Pode ser o email e não o preço quem está afugentando seus clientes

31/03/2016

Spotify CEO Daniel Ek

Daniel Ek, CEO da Spotify. A empresa recebeu US$ 1 bi de investimentos. Confira abaixo

Não responder emails está custando milhões para os varejistas

De acordo com o estudo “2016 Customer Service Benchmark”, para o qual a SuperOffice analisou 250 organizações de todo o mundo, as empresas estão falhando em uma das mais usadas formas de atendimento ao consumidor — e isso está afugentando seus clientes. Uma em cada três organizações não responde os emails enviados para o atendimento ao consumidor. Para os compradores, que podem facilmente ler comentários e críticas antes de apertar o botão “comprar”, essa falha pode ser o fator chave na decisão de fazer uima compra, o que pode custar milhões para os varejistas. Na verdade, isso pode representar um problema ainda mais sério do que vendas perdidas. Indica que as empresas não estão conseguindo integrar a experiência do consumidor em seus modelos de negócio. A ponto de um dos seus mais fortes ativos, o email, com seu potencialmente gigantesco papel como ferramenta de engajamentos praticamente sem custo ter se transformado em um elo fraco. Eis algumas das (assustadoras) descobertas do estudo: 32% das empresas pesquisadas não respondem email enviados ao atendimento ao cliente, 66% não reconhecem quando um email é recebido,apenas 8% fazem follow-up da satisfação do cliente com a resposta, 78% não conseguem responder questões na primeira tentativa, o tempo médio de resposta do atendimento ao consumidor é de 17,5 horas. Fonte: LoyaltyOne

Com US$ 1 bilhão em caixa, o que a Spotify pretende fazer?
Spotify AB, o site de transmissão online de música, conseguiu convencer investidores a injetar 1 bilhão de dólares. Os fundos vieram da empresa de investimentos TPG, do fundo de risco Dragoneer e de clientes do Goldman Sachs. Apesar de haver garantias estritas, o investimento deverá dar um necessário fôlego à empresa que até agora só perdeu dinheiro. O que fará com tanto dinheiro, porém, é o que o mercado questiona. Há quem aposte na compra de um dos serviços rivais, como Pandora e SoundCloud. Mas a aposta mais firme é que a Spotify comprará uma startup de vídeo. A ideia parece fazer sentido: como a Spotify já tem 30 milhões de assinantes pagos em todo o mundo — e uma audiência gratuita ainda maior — por que não lhes oferecer algo mais do que apenas ouvir música? Isso, aliás, soaria exatamente como música para os anunciantes. E diminuiria a dependência das três grandes produtoras de música. Fontes: The Wall Street Journal, Re/code

YouTube Connect, a aposta para competir com Periscope
Google não quer ficar para trás no mundo do vídeo ao vivo e desenvolveu uma nova aplicação chamada Streaming YouTube Connect que transmitirá videos para dispositivos móveis, concorrendo com Periscope (que pertence ao Twitter) e Live Video, do Facebook. Os vídeos serão transmitidos ao vivo dentro do YouTube Connect e também nos canais do site. Também será possível guardar as transmissões para vê-las depois. A ideia é que no futuro a aplicação esteja integrada como as demais redes sociais como Facebook ou Twitter para que o acesso para os usuários seja mais fácil. Atualmente, o Periscope lídera esse tipo de transmissões. Mas Facebook Live vem ganhando terreno. Com a nova aplicação o YouTube busca garantir um lugar no mercado. Acredita-se que o YouTube Connect seja lançado até maio, quando ocorrerá a conferência de desenvolvedores do Google. Fonte: el blog de Carla Antonioli

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