Bolsa de Toronto quer dominar tecnologia das moedas virtuais

07/03/2016

BitcoinBlockchain permite que usuários façam transações seguras e pode eliminar necessidade de câmaras de compensação

A Toronto Stock Exchange, Bolsa de Valores de Toronto, contratou Anthony Di Iorio, fundador da Bitcoin Alliance of Canada, como seu primeiro chief digital officer, com a missão de eplorar os recursos do blockchain, a tecnologia por trás da moeda virtual. Ela permite que os usuários de bitcoins façam transações seguras sem intermediários e pode potencialmente eliminar a necessidade de câmaras de compensação. “A blockchain é uma tecnologia disruptiva”, disse Jean Desgagne, chief executive da Global Enterprise Services/TMX, observando que mudanças maiores podem resultar de sua adoção. “Estamos focados nisso”, completou, “vamos aprender. Outras bolsas de valores também, como a australiana e mesmo a Nasdaq, estão estudando o uso da tecnologia que podem tornar as operações “melhores, mais rápidas, mais baratas”. Fonte: Venture Beat

Meerkat abandona transmissões ao vivo para virar uma rede social de vídeos
Um ano atrás, o Meerkat estourou no SXSW. O app de livestreaming parecia ter um grande futuro, então. Mas duas semanas atrás, Ben Rubin, CEO do Meerkat, enviou email aos 48 investidores da empresa, avisando que o app “subira no telhado”. Segundo o email, o negócio do “mobile broadcast video não explodiu tão rapidamente quanto esperávamos. (Além disso) as vantagens de distribuição do Twitter/Periscope e do Facebook Livre atraiu nossos usuários e não conseguimos crescer tão rápido quanto planejamos.” A novidade (na verdade, algo que começou em agosto passado) é que o Meerkat resolveu “pivotar”, como se diz no Silicon Valley. Atualmente, a empresa praticamente abandonou o modelo de transmissões ao vivo e transformou-se em uma rede social onde “todo mundo está sempre ao vivo”, disse Rubin. Fonte: Re/Code
Cresce o uso de anúncios programáticos apesar de preocupações com fraudes e transparência
De acordo com uma nova pesquisa da Association of National Advertisers, o número de anunciantes que usam sistemas automatizados de compra de mídia mais do que dobrou nos últimos dois anos, graças em parte ao desejo de garantir melhor segmentação. O estudo, conduzido pela Forrester ouviu 128 empresas das quais 79% compraram anúncios programáticos nos últimos anos, crescimento significativo em relação a 2014, quando esse índice era de 35%. O outro lado da questão é o crescimento das preocupações com os altos níveis de ‘bot fraud’ – bots são programas de computador que imitam a navegação de seres humanos, inflando artificialmente o tráfego dos sites. A ANA estima que os anunciantes desperdiçaram cerca de US$ 7 bi no ano passado com anúncios online que não são vistos pelas pessoas. Outra preocupação é com a falta de transparência em relação aos custos associados ao uso desses sistemas automatizados. Fonte: The Wall Street Journal

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