Crise das aéreas e dólar alto desafiam programas de milhagem

05/01/2016

size_810_16_9_multiplusMultiplus e Smiles registram queda no acúmulo de pontos originados por voos
A crise na aviação brasileira já se reflete nos programas de fidelidade, que reduzem a emissão de milhas quando o tráfego de passageiros cai. Multiplus e Smiles, controladas respectivamente por TAM e Gol, registraram queda no acúmulo de pontos originados por passagens aéreas no terceiro trimestre. Além da redução da demanda por voos entre brasileiros, as empresas de milhagem têm como desafio disputar número menor de pontos nos cartões de crédito dos bancos, impactados negativamente pela alta do dólar. Segundo o presidente da Smiles, Leonel Andrade, o recuo se deve a mudanças nas regras de acúmulo do programa com a Gol, que mudaram a base de comparação, e também pela retração no volume de viagens no Brasil. Já o presidente da Multiplus, Roberto Medeiros, ressalta que o maior impacto vem do corte de viagens corporativas. “As empresas cortaram gastos com viagens e seus funcionários acumulam menos milhas”. Apesar da queda, os brasileiros estão intensificando trocas de milhas por passagens aéreas – os resgates subiram 0,2% na Multiplus e 3,3% na Smiles no terceiro trimestre. Em sentido contrário, as aéreas estão reduzindo a oferta de voos. A TAM cortou 10% da oferta em voos nacionais no segundo semestre e pode fazer novos cortes em 2016. A Gol prevê corte de até 4% na oferta do segundo semestre e mais 4% a 6% no primeiro semestre de 2016. Fonte: O Concierge

Pesquisa: telespectadores brasileiros usam bastante segunda tela
Um grande número de pessoas que assistem TV no Brasil usam ao mesmo tempo uma segunda tela, de acordo com pesquisa de setembro feita pelo Google Brasil. A maioria, 61%, envolve-se com mensagens de texto enquanto veem televisão, mas também fazem buscas na Internet e usam as redes sociais. A maior parte da atividade simultânea é via digital — apenas 18% dos entrevistados relataram atividades offline ao mesmo tempo em que viam TV. Fonte: eMarketer

Mazda usa Instagram para aumentar suas vendas
A montadora japonesa afirma estar gerando muitas vendas no mercado americano com uma campanha móvel focada em interagir com os consumidores através de uma integração nativa com o Instagram, que conecta ao site da Mazda. A marca solicita aos usuários que comentem a respeito dos seus favoritos carros CX3. O post leva os interessados diretamente ao site da Mazda, conectando-os com concessionárias locais e ofertas especiais para maximizar vendas. Fonte: Mobile Commerce Daily
Pesquisa: o “quando”, o “como” e o “por que” do email
Indiscutivelmente, o email é um dos mais efetivos canais digitais para atingir os consumidorres atualmente. E isso foi mais uma vez comprovado com a publicação, praticamente no apagar das luzes do ano passado, de um estudo da Fluent, uma empresa de tecnologia de marketing, chamado “The Inbox Report: Consumer Perceptions of Email 2015”, que ouviu mais de 1.600 americanos adultos para examinar seus comportamentos e atitudes face ao email. A pesquisa descobriu que cerca de 20% dos consumidores conferem as suas caixas de entrada pelo menos cinco vezes por dia. Apenas cerca de 10% conferem seus emails menos de uma vez por dia. E esse comportamento é influenciado pela idade: jovens na faixa de 18-34 anos conferem mais via dispositivos móveis enquanto pessoas de 45 anos ou mais preferem conferir em casa. Por falar em dispositivos, cerca de dois terços dos consumidores dizem que checam principalmente em seus smartphones — 27,3% checam em desktops e 11,2% em tablets, Quanto ao por que, a pesquisa mostrou que descontos e promoções é o que faz 42,3% assinar — mulheres, 45,7%,mais do que homens, 36%. Um dado preocupante: 35,9% dos entrevistados disseram que as mensagens de email marketing nunca são úteis. Fonte: Direct Marketing News
Mais consumidores estão usando dispositivos móveis para pagar em lojas
Respondendo a uma pesquisa do site Retale.com que ouviu cerca de 1000 consumidores entre 1 e 5 de dezembro, 43% dos entrevistados disseram usar um dispositivo móvel para fazer compras em lojas. Ísso é um crescimento de 36% em relação a quem disse, um ano antes, ter usado um desses dispositivos para comprar no varejo. Metade dos ouvidos disse preferir usar PayPal, 27% prefere pagar com o aplicativo de seus bancos, 20% com Apple Pay e 17% com Android Pay. Fonte: Payments Source
Maior parte do tráfego web vem de humanos e não de robôs
O tráfego em um website pode ser gerado de duas maneiras: por seres humanos que digitam o endereço ou usam uma ferramenta de busca e por robôs. Nesse segundo caso, há também dois tipos: os “bad bots”, que tem por objetivo aumentar a atividade nesses sites, geralmente por motivos maliciosos, e o “good bots”, que são coletores de informação usados pelas empresas. A Incapsula, uma plataforma de gerenciamento de aplicações, relatou que 51,5% do tráfego total em sua rede, entre 24 de julho e 21 de outubro de 2015, veio de humanos, enquanto bad bots responderam por 29% do tráfego e good bots, 19,5%. O resultado deveu-se principalmente ao desempenho do tráfego humano nos sites mais populares — acima de 100 mil visitas por dia. Em sites menores, o tráfego de robôs, bons e maus, foi superior ao tráfego gerado por humanos. Fonte: eMarketer

 

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