Por que a Uber não se encaixa no conceito de inovação disruptiva? E outras questões

25/11/2015

Como não afetou o “low end” de um mercado atual, nem abriu um novo mercado, suas inovações são sustentáveis e não disruptivas

Um artigo publicado recentemente na Harvard Business Review esclarece alguns pontos importantes sobre o conceito de disrupção. Os autores, Clayton M. Christensen, Michael E. Raynor e Rory McDonald, afirmam que disrupção é um conceito poderoso para ajudar pesquisadores e lideres a entender os processos de inovação, mas a teoria tem mudado desde sua concepção inicial e frequentemente é mal entendido. Usando a Uber como exemplo, ,eles demonstram que a empresa não afeta o “low end” do mercado de taxis, nem explora um mercado previamente não existente. Ou seja, suas inovações são sustentáveis e não disruptivas. Fonte: Harvar Business Review

Pesquisa: maioria dos compradores digitais veem anúncios dirigidos corretamente

O “targeting”, ou seja, anúncios dirigidos por comportamento prévio de compras ou outros indicadores, são frequentemente descritos como invasivos. Uma pesquisa recente, porém, mostrou que os compradores online nos EUA veem utilidade na prática. 62% dos entrevistados pela Morar Consulting, em junho de 2015, disseram que os anúncios digitais são geralmente bem dirigidos aos seus interesses. Tipos específicos de “targeting” foram considerados mais úteis, como por exemplo os geolocalizados (68%). A pesquisa mostrou também que 61% dos compradores digitais acham que anúncios para sites que eles visitaram recentemente — ou seja, retargeting — são úteis para completarem a compra. Fonte: eMarketer

Pesquisa: Papai Noel nas lojas enriquece experiência das compras natalinas

Para 66% dos consumidores americanos, Papai Noel cercado de crianças nas lojas é uma visão estimulante – na faixa de 18-24 anos isso é ainda maior: 71%. A pesquisa, com 1.267 pessoas, foi realizada pela LoyaltyOne e trouxe uma notícia ainda melhor para os bravos senhores de vermelho: o emprego deles está garantido no futuro, pois 76% dos entrevistados disseram que ouvir canções natalinas e outras músicas ligadas à data nas lojas os deixa mais predispostos às compras. Fonte: Colloquy

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