Pesquisa: como as empresas seduzem os consumidores para segui-las nas mídias sociais

12/11/2015

View Chart OnlineConteúdo útil, como artigos, reviews e tip sheets, é abordagem preferida, campanhas virais são as menos populares

Mídias sociais oferecem uma excelente oportunidade para as marcas construir e manter relacionamentos significativos com seus consumidores. No entanto, as pessoas não confiam nas organizações na mesma medida em que confiam em outros humanos e portanto a construção de um relacionamento marca-consumidor pode ser um desafio. Entre 15 e 28 de setembro, a MarketingSherpa conduziu uma pesquisa com 455 empresas de diversos setores, com o objetivo de descobrir como elas atraem os consumidores para segui-las nas mídias sociais. A grande maioria das empresas entrevistadas (78%) disseram usar conteúdo útil, como artigos “how-to”, “reviews” e dicas. Mais da metade (61%) disseram ter colocado em destaque ícones de mídias sociais em suas comunicações de marketing, como emails, anúncios impressos e websites. A abordagem menos popular foi a criação de campanhas virais (13%). Email parece ser um passo intermediário para convidar os consumidores a se engajarem com as marcas nas mídias sociais. Fonte: MarketingSherpa

Em 2015, mais de 1,4 bilhão usarão apps de mensagens móveis

Apps de mensagens móveis, como WhatsApp, por exemplo, são serviços que oferecem comunicação privada um-a-um ou um-para-vários via conexão de dados ou web móvel em uma base de pelo menos uma vez por mês. O uso desses apps cresceu 31,6% do ano passado para este, ultrapassando a marca de 1,4 bilhão de usuários em todo o mund, ou seja, 75% dos usuários de smartphones. A América Latina foi a região que obteve mais alto índice de penetração, informa a eMarketer. Esse crescimento deve continuar: em 2018, serão 2 bilhões de pessoas usando esses apps – 80% dos usuários de smartphones. Fonte: eMarketer

Receita com publicidade cresce entre varejistas online

Os sites de ecommerce estão buscando impulsionar a oferta de produtos publicitários para suplementar o fato de que as margens de vendas são muito estreitas. Na Amazon, as receitas de vendas de outros produtos que não mercadorias, incluindo publicidade, saltou 18,4% nos primeiros nove meses deste ano, de US$ 489 milhões para US$ 579 milhões. “A Amazon tem o poder de ser um formidável concorrente do Google em busca vertical e busca de varejo”, comentou Jared Belsky, da 360i. “Quase 40% da buscas de varejo começam na Amazon, não no Google”, afirmou. Fonte: Advertising Age

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