Telespectadores querem mais flexibilidade – e a Disney está de olho nessa tendência

10/11/2015

BobIgerHWOFJune2013.jpgCEO da empresa anunciou serviço online para programas e filmes infantis na Grã-Bretanha e acordo com Sony para transmissão online de canais como ABC e ESPN

Em uma conferência realizada na quinta, 5/11, Bob Iger, CEO da Disney, fez uma análise corajosa sobre o futuro da TV, um assunto que certamente está em primeiro lugar nas suas preocupações, considerando que dirige um império global de mídia que inclui gigantes da TV como a ABC e a ESPN. Segundo ele, os telespectadores atuais “não querem apenas ficar sentados em um sofá na sala de estar com um controle remoto na mão, assistindo nossos produtos em uma tela fixada na parede. Eles querem fazer isso de várias maneiras e têm a autoridade, graças à tecnologia, de tomar essas decisões.” Foi um claro voto de confiança no formato de transmissão de vídeo diretamente na web, o que surpreendeu os analistas presentes, considerando que a indústria de mídia ainda está engatinhando nessa área. De qualquer forma, a Disney está avançando: no mês passado, lançou o DisneyLife, um serviço disponível apenas na Grã-Bretanha que oferece programas e filmes infantis por US$ 15/mês. Durante a conferência, Iger confirmou que fechou um acordo para que canais como ABC e ESPN façam parte do serviço de transmissão online da Sony. Fonte: The Washington Post

 

Snapchat chega a 6 bi de vídeos assistidos por dia

O Snapchat é um aplicativo de troca de mensagens por fotos e vídeos no qual o conteúdo desaparece depois de algum tempo de exibição – no máximo, 1 minuto. E isso parece ter caído realmente no gosto dos internautas. A empresa informou que está tendo seis bilhões de visualizações de vídeos diariamente – o triplo do tráfego que tinha em maio. Em comparação, o Facebook tem 8 bilhões de visualizações diárias, mas isso inclui computadores e dispositivos móveis. Já o Snapchat tem apenas a opção móvel. Esse avanço do aplicativo empresta cores mais dramáticas à guerra pelo domínio do vídeo nas redes sociais, um mercado que deve alcançar este ano, apenas nos EUA, mais de US$ 7,5 bi em receitas, de acordo com a estimativas da eMarketer. Fonte: The Next Web

Algumas marcas estão juntando marketing e relações públicas – por que?

Marcas como Lincoln Financial Group, UPS e Marriott estão integrando suas áreas de relações públicas com o marketing para entregar mensagens mais coesas. As equipes de relações públicas e de marketing do LFG colaboraram em sua nova campanha, “Then and Now”, para incentivar clientes e funcionários a compartilharem fotos antigas nas mídias sociais. “O que pode ter começado como uma abordagem de dentro para fora evoluir para se tornar uma mentalidade central e integrada que está orientando nossas atividades”, comentou Jamie DePeau, do LFG. Fonte: CMO.com

 

 

 

 

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