Amazon abre primeira loja física – mas a “pegada” continua digital. E mais

06/11/2015

Segundo analistas, o movimento tem pouco a ver com vender livros e muito com obter mais dados

Se você perguntar por que a Amazon abriu uma loja física, a resposta óbvia – vender livros – pode não ser a certa. Segundo Rob Salkowitz, da Forbes, a abertura dessa primeira loja, em um shopping center de Seattle, como tudo o que a Amazon tem feito ultimamente, não tem nada a ver com vender livros e tudo a ver com coletar dados. Ou seja, apesar de estar no mundo físico, a pegada digital é inconfundível. Um exemplo disso é a existência de etiquetas nas prateleiras abaixo de cada título. O comprador pode escaneá-las com o aplicativo móvel da Amazon para acessar comentários e saber os preços dos livros. A especulação é reforçada pela ausência de divulgação da abertura da loja e o fato de que os livros à venda serem o que um livreiro da área chamou de “excesso de estoque”, nada que atraia multidões de bibliófilos. Fonte: Forbes

Experian: “millennials” trocam facilmente fidelidade por inovação

Os integrantes da faixa etária entre 18-34 anos não hesitarão em abandonar produtos e serviços aos quais seriam fieis se lhes forem oferecidos opções melhores, descobriu uma pesquisa da Experian. Segundo as análises, essa geração está chegando na “idade financeira” em um tempo muito especial, sendo profundamente afetada pela recessão e pelo avanço explosivo da tecnologia pessoal. Esses novos dados mostram que eles desenvolveram visões diferentes sobre a administração do seu dinheiro, o uso de crédito e como serviços financeiros devem ser oferecidos – em resumo, eles usam as ofertas para decidir onde gastar seu dinheiro. “As descobertas validam o tipo de inovação na qual a Experian está se concentrando – coisas que apelam para as expectativas dos “millennials” em relação a facilidade de uso e acessibilidade”, disse Guy Abramo, president, Experian Consumer Services. “Essas expectativas na verdade ressoam em todos os segmentos de consumidores – essa faixa etária apenas expressa isso com mais facilidade e dirige a mudança.” Fonte: Media Post / Marketing Daily

Premiação ainda é o principal combustível dos programas de fidelidade

Segundo uma pesquisa da Colloquy, realizada em agosto de 2015, os programas de fidelidade podem ser uma maneira efetiva das empresas engajarem seus clientes e garantirem fidelidade à marca. Mas se eles não forem fáceis de serem entendidos – e, mais importante, se não oferecerem prêmios relevantes – os usuários simplesmente irão embora. Mais de metade dos entrevistados que se inscreveram em um programa nos últimos 12 meses fizeram isso porque queriam ganhar pontos ou milhas em sua compra. 81% continuam a participar porque os programas de que participam são fáceis de entender. Quase o mesmo percentual, 75%, continuam porque os prêmios e ofertas eram relevantes para eles. Fonte: eMarketer

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