MasterCard apresenta sua nova coleção de “carteiras de dinheiro. E mais

05/11/2015

https://www.colloquy.com/contentAsset/image/e541e810-39cd-4a0c-ad53-8531680cac66/fileAsset/byInode/1/filter/Resize,Crop,Jpeg,/resize_w/766/resize_h/421/crop_w/766/crop_h/383/crop_x/0/crop_y/19/jpeg_q/80Com anéis, com chaveiros, até com sua roupa… como você vai pagar suas compras daqui pra frente?

Se você incluiu uma cara carteira de couro na lista de presentes que quer receber do Papai Noel talvez seja melhor repensar. No futuro, você pode não ter mais necessidade dela. Nem dos cartões de plástico que a recheiam hoje. Em vez disso, você poderá simplesmente aproximar sua mão da caixa registradora e o seu anel vai “conversar” com o leitor “contactless” dela e pagar seu café, ou seu ingresso para um show, ou seu novo jeans. Você poderá preferir usar o chaveiro do carro. Ou, quem sabe, isso seja feito por sua roupa. E isso não vai demorar. Na última semana de outubro, durante a Money 20/20, conferência de tecnologia bancária, realizada em Las Vegas, a MasterCard apresentou um programa que vai oferecer novas maneiras dos consumidores realizarem transações. O anel já tem até fornecedor: Ringly, um fabricante de joias/dispositivos vestíveis. Fonte: Colloquy

America Latina é região com maior crescimento de publicidade móvel

De acordo com relatório da Opera Mediaworks e da Mobile Marketing Association (MMA), a América Latina é onde o mercado de anúncios móveis cresce mais rápido, atingindo atualmente 8% do mercado global. Além disso, Mexico, Brasil e Argentina estão na lista dos 10 países com mais tráfego móvel. A América Latina tem também o mais alto potencial de monetização, comparado com outros mercados emergentes (Asia-Pacifico e África). A fatia de impressões em in-apps é mais baixa do que a média global, 30% vs 55%, o que é provavelmente resultado da baixa taxa brasileira, 18%, afirma o relatório. Em compensação, os níveis de receitas desses anúncios dentros de apps são proporcionalmente maiores, 40% no total da região e 45% para os cinco principais países. Fonte: Media Post / Research Brief

GE Healthcare não está interessada em B2B ou B2C, mas em B2H

Não se deixe distrair por acrônimos, alertou Sanjay Dholakia, da Marketo, em artigo para Marketing Land. Antes de pensar em ser B2B ou B2C o que as empresas precisam se preocupar é em entender como engajar seus consumidor em um nível absolutamente pessoal. Ele entrevistou Stephanie Meyer, chefe global de operações de marketing da GE Healthcare. “O que importa é ser B2H, business-to-humans”, afirmou Meyer. “É como nos engajamos com os consumidores de forma profunda, relevante e variada.” Em outras palavras, não se trata de como nos vemos, mas de como os consumidores nos veem. E automação de marketing e personalização tem um papel cada mais importante nisso, comentou Sanjay. Fonte: Marketing Land

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