Pesquisa: quais as indústrias onde ocorre mais engajamento com conteúdos?

28/10/2015

View Chart OnlineHospitalidade tem as taxas mais altas, varejos as mais baixas. Fabricantes e tecnologia B2B têm taxas surpreendentemente altas

A BrightEdge publicou recentemente os resultado de um estudo sobre engajamento com conteúdos, baseado em 82 milhões de itens de seus repositórios de conteúdos escritos e visuais na web, incluindo rich media, termos de busca e o que chama de “sinais sociais”, e com exceção de anúncios. O engajamento com os conteúdos foi estimado por um algoritmo que considera três tipos de métricas: interesse do consumidor, baseado em tráfego e tempo gasto na página; taxas de conversão e receita gerada pelo conteúdo; compartilhamentos, likes e cliques de canais sociais. O relatório mostrou que o engajamento varia por indústria mas que, na média geral, fica em 33% em mobile e 43% em desktops. As maiores taxas foram encontradas na indústria da hospitalidade, principalmente hotéis. O varejo teve as menores taxas. Fabricantes de produtos e tecnologia B2B também apresentaram taxas de engajamento com conteúdos bem altas. Segundo Brad Mattick, Vice President of Marketing and Products, BrightEdge, isso é explicado pelo fato de que essas indústrias conseguem ser mais focadas e, portanto, oferecem conteúdos mais relevantes para audiências mais bem definidas. Quem concorda com isso é Joe Pulizzi, Fundador e CEO, Content Marketing Institute. Joe, em seu livro Content Inc.: How Entrepreneurs Use Content to Build Massive Audiences and Create Radically Successful Businesses, é taxativo: “Mantenha-se hiperfocado. Pense em você com uma revista técnica para sua indústria. Posicione-se como expert nessa area. Se você tem uma grande corporação, precisa de estratégias de conteúdo segmentadas e não de uma de massa, que tente causar impacto em todo.” Fonte: MarketingSherpa

IBM: mobilizando Big Data para marketing, entregar insights via modelos analíticos

Começou nesta terça, 27/10, em Las Vegas, a conferência IBM Insight 2015. A todo vapor. Em uma das palestras, discutiu-se a questão do volume maciço de dados que serão gerados pelos bilhões de dispositivos conectados. A questão é como capturar processar e garantir que ele de fato beneficie as pessoas. Segundo Bob Picciano, senior vice president analytics da IBM, 90% dos dados gerados pela Internet das Coisas nunca é capturado, o que significa que não podem ser usados. Nessa mesma direção, outro executivo da empresa, Mike Rhodin, senior vice president responsável pelo Watson, o sistema computacional inteligente da IBM, afirmou que “a maioria dos dados é invisível para nós”. Daí o esforço em torno do próprio Watson, que envolve colocar informação e dados em contexto, nos sistemas cognitivos. O foco maior ainda está sobre aplicações industriais, como maquinaria para autodiagnósticos e manutenção preventiva, mas a IBM move-se também para capturar dados de IoT e usá-los para marketing e publicidade. Esses dados podem incluir insights de dispositivos vestíveis e também de objetos e sensores, os “beacons”.

Por falar em insights, também no primeiro dia, a IBM apresentou seu novo Insights Cloud Services que entrega conhecimento de negócios a partir de modelos analíticos. O serviço poderá acessado de inúmeras maneiras, inclusive através de uma aliança com o Twitter e The Weather Company, fornecendo insights para diversas indústrias, como varejo, seguro e mídia. Joel Cawley, gerente-geral de “information and insights as a service”, da IBM, disse que o Insight Cloud Services “ajudará os clientes a obter insights acionáveis a partir da barulhenta realidade do mundo” e alcançar resultados mais precisos.

Fontes: IoT/Daily, Real-Time Daily

O que as grandes marcas estão fazendo para proteger seus dados, um ativo cada vez mais valioso?

Invasões recentes por hackers afetaram muitas empresas, inclusive Target, T-Mobile, Anthem e Staples. Só em 2015, o Identity Theft Resource Center registrou 620 dessas quebras de segurança, afetando os dados de mais de 175 milhões de consumidores. Em uma reunião com CMOs, durante a conferência Master of Marketing, da Association of National Advertisers, no início de outubro, algumas empresas aceitaram compartilhar, pelo menos em uma visão geral, o que estão fazendo para impedirem esses roubos de dados. Jerri DeVard, senior VP-chief marketing officer da ADT Corp., disse que o seu provedor até mesmo envia emails para seus funcionários, imitando “phishing messages”, para ver se estão atentos. John Costello, president of global marketing and innovation da Dunkin’ Brands, contou que sua empresa ataca regularmente seu próprio sistema a partir de forma. A Walmart até agora não sofreu um grande ataque e credita isso ao compromisso da empresa com a segurança, ilustrada pela fortaleza subterrânea de 11.600 metros quadrados e com cerca eletrificada que construiu em Pineville, Missouri. Fonte: Advertising Age

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