Operadoras de celular constroem em silêncio negócio de US$ 24 bi com dados dos consumidores

27/10/2015

A estimativa é que a receita gerada pelos novos negócios atinja US$ 79 bilhões em 2020

Morrisons, rede inglesa de varejo, GroupM, gigante de compras de mídia, e outras empresas e agências estão testando dados que ligam localização e outras informações de assinantes de operadoras de celular. Alguns serviços oferecem mapas em tempo real que mostram os endereços de visitantes das lojas, sites que visitaram recentemente com seus browsers móveis e mais. Esses dados até recentemente não estavam disponíveis para marketing, mas agora são a base de um enorme mercado global – a estimativa é de US$ 24,1 bi este ano e US$ 79 bi em 2020. Discretamente, empresas como Verizon, Sprint, Telefonica e outras fizeram parcerias com SAP, IBM, HP e Airsage para gerenciar, empacotar e vender vários níveis de dados para anunciantes e outros clientes. A discrição com que esses negócios estão sendo conduzidos reflete o temor de reações “exageradas” dos clientes das operadoras – e com a atuação de organizações de privacidade como a Electronic Frontier Foundation, que têm manifestado preocupação com o assunto. Fonte: Advertising Age

Proposta de fundo russo pode acelerar a união da Oi com a TIM

LetterOne Group, a firma de investimento controlada pelo bilionário russo Mikhail Fridman, está disposto a colocar US$4 bilhões na Oi  se receber uma delegação exclusiva para negociar a fusão da empresa com sua rival TIM Brasil. A informação foi fornecida nesta segunda, 26/10, pela própria Oi. Segundo a empresa, o BTG Pactual recebeu a proposta da LetterOne e passou para consideração da Oi. O mercado acionário recebeu bem a notícia, com um movimento de alta nas ações de todas as envolvidas, mas permanece a dúvida se a Telecom Italia está realmente aberta para fazer o negócio. A empresa italiana tem se referido à TIM como um ativo estratégico, respondendo por um terço de sua receita. Fonte: Reuters

Está na hora dos anunciantes se preocuparem com os bloqueadores de anúncios?

Na era da Internet, tornou-se virtualmente impossível navegar na Web sem que anúncios invasivos pulem em sua tela. Mas isso está mudando – e rapidamente. Agora, os internautas podem colocar softwares que bloqueiam a publicidade no seu computador e também no seu telefone e no tablet. É uma verdadeira revolução o que está ocorrendo, comenta Trent Giles, da CNBC. Cerca de 200 milhões de pessoas em todo o mundo baixaram recentemente software que bloqueia anúncios, de acordo com um relatótio da PageFair/Adobe. “Certamente é algo que está fazendo os anunciantes pensarem muito”, diz Joe Zawadzki, chairman e CEO da MediaMath. E com razão: cerca de US$ 22 bilhões em receita de anúncios foram bloqueados neste ano. Segundo o relatório da PageFair/Adobe, esse número deve quase dobrar no próximo ano e chegar a US$41 bilhões. Zawadzki disse à CNBC que não apenas os anunciantes estão prestando atenção a esses softwares, “mas também os editores e os criadores de conteúdo que contam com a receita publicitário para pagar pelo editorial”. Fonte: CNBC

 

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