Segmentação: e se o comportamento passado não permitir prever compras futuras?

26/10/2015

É importante incluir fatores como mentalidade e nível de sugestionabilidade para garantir uma personalização mais eficaz

O questionamento partiu de Liraz Margalit, Chief Experience Psichologist da ClickTale. Ela lembra que somos constantemente bombardeados por banners institucionais e promocionais de produtos que acabamos de comprar. E a razão é simples: a tecnologia por trás da publicidade segmentada e da personalização de sites que se pratica atualmente rastreia e reage às nossas ações passadas. Essa segmentação comportamental, ou “behavioral targeting”, leva em conta quatro tipos básicos de parâmetros – comportamento do usuário (cliques, buscas, visualizações), eventos sociais (likes, compartilhamentos, menções, recomendações), detalhes sobre o item (título, categoria, preço, etc.) e informação contextual (hora, tempo, dispositivo, etc.) – sobre os quais se aplica alguns algoritmos. O problema, segundo ela, é que isso, de uma perspectiva psicológica, não é suficiente para validar uma premissa – há muitas outras variáveis em jogo. O que não quer dizer que a segmentação comportamental não possa oferecer uma base eficaz para a personalização. A questão é que, atualmente, podemos tecnologias mais avançadas, baseadas na experiência do consumidor que avalie e micromonitore o comportamento do consumidor dentro das páginas. Baseado nisso, afirma ela, pode-se empreender uma personalização de acordo com a mentalidade e o nível de sugestionabilidade de cada consumidor, o que levará a personalização ao próximo nível – impactando não apenas a satisfação do visitante e a identificação com a marca, mas também as receitas. Fonte: TechCrunch

Receita de Video “over-the-top” na América Latina atingirá US$ 1,8 bi em 2018

A oferta de plataformas de vídeo “over-the-top”, ou seja, a distribuição de vídeos pela Internet, como a Netflix, por exemplo, está a ponto de explodir na AL, de acordo com estudos da Dataxis Intelligence realizados em setembro deste ano. A região já dispõe de 90 plataformas, sendo que o Brasil lidera nessa área, com 29, seguido do México, 17. No ano passado, as receitas foram de US$ 510 milhões, mas a Dataxis prevê que quadruplicarão até 2018, alcançando US$ 1,84 bi (e isso apenas nos mercado de Argentina, Brazil, Chile, Colombia, Mexico, Peru e Venezuela). As assinaturas de “vídeo on demand”, no entanto, serão uma parte relativamente pequena disso. Em 2014, o número de assinaturas nesses 7 países era de 6,5 milhões. Até 2018, esse número deverá crescer significativamente, mas nada comparado ao que será gerado por transações de não-assinantes, que sairão de 9,4 milhões em 2014 para 129,5 milhões em 2018. Fonte: eMarketer

Pesquisa: tecnologia de marketing é convocada em fases iniciais do ciclo de vendas

O conceito geralmente aceito de que os compradores não pegam o telefone para conversar com um vendedor enquanto de 80% a 90% das suas pesquisas de produtos não estiverem completadas acaba de ser contestado por uma pesquisa realizada pela Walker Sands e publicada pela eMarketer na semana passada. Aparentemente, a escolha da tecnologia certa, inclusive em termos de custo/benefício, cria um dilema tão forte que 6 em cada 10 entrevistados confessaram envolver os fornecedores de tecnologia mais cedo do que se acredita. Segundo a pesquisa, 41% das empresas acreditam que estão gastando a quantidade certa de dinheiro em tecnologia de marketing, mas 42% disseram não ter certeza. Mais de dois terços deles, na verdade, apontaram o orçamento como a maior barreira na direção do “nirvana tecnológico”, seguido por dificuldades com implementação, integração e resistência. Fonte: Direct Marketing News

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