Para empresas, dar é no mínimo tão importante quanto receber? E outras questões

07/10/2015

DMA &THEN: Fundador da TOMS mostra que para as empresas dar é no minímo tão importante quanto receber

TOMS é uma organização sem fins lucrativos fundada em 2006 por Blake Mycoskie e baseada em Playa Del Rey, California. A empresa cria e vende sapatos, óculos e outros produtos segundo uma interessante proposta de valor: para cada par de sapatos vendido um par de sapatos é doado para uma criança carente; em cada óculos vendido parte do lucro é usado para salvar ou restaurar a visão de pessoas em países subdesenvolvidos. Algo semelhante ocorre com os demais produtos. Mycoskie falou sobre a experiência de sua organização para os participantes da &THEN nesta segunda, 5/10. Ele contou que as pessoas não compram simplesmente os produtos TOMS, elas se envolvem com eles e compartilham as emoções com amigos e conhecidos. “Quando você incorpora o conceito de “dar”, seus clientes tornam-se seus maiores marqueteiros”, disse ele. “Uma meta crítica para as empresas é forjar uma conexão não apenas entre seus produtos e seus clientes, mas entre seus propósitos e seus clientes”, comentou Lindsay Hutter, Senior Vice President da DMA. “Blake e sua equipe conseguiram tornar-se a inveja de todo profissional envolvido com marcas. A missão da TOMS criou uma base de consumidores motivados e conectados”, afirmou. A proposta da TOMs também é uma maneira bem eficaz de atrair parceiros, disse Mycoskie. AOL, AT&T, Microsoft e outros gigantes têm trabalhado em parceria com a organização, contou ele. “A razão pela qual essas empresas se engajam e trabalham em parceria conosco é porque elas reconhecem nisso uma oportunidade de agregar propósito em seja qual for a campanha que estão conduzindo no momento”, comentou. Fonte: The-DMA.org

DMA &THEN: Emoção ainda é a bola da vez, alerta Chairman da Saatchi&Saatchi

Em um centro de convenções repleto de profissionais de marketing orientado por dados, ou seja, algo na aparência totalmente racional, Kevin Roberts, Executive Chairman da Saatchi & Saatchi, teve a ousadia de defender a emoção, ou, como ele mesmo disse, justapor o yin e o yang do que garante o completo sucesso de uma campanha de marketing. Nesse sentido, um dos slides de sua apresentação foi emblemático. Dizia: “Big Data, Meet Big Love”. Segundo Roberts, “o pensamento racional leva a conclusões. Mas o pensamento emocional é o que leva a ações. 80% das decisões são feitas emocionalmente. O pensamento emocional cria fidelidade que vai além da razão.” Essa abordagem, comentou ele, afeta até as métricas de uma campanha vencedoras. “Não faz sentido ser brilhante com a coisa errada”, alertou. “Os anunciantes vencedores hoje são aqueles que conseguem entregar um tipo diferente de ROI – Return On Involvement.” Roberts sugeriu três questões como um teste para ver se uma ideia tem chances de vencer: “quero ver isso de novo?”, “quero compartilhar isso?”, “quero participar disso?” Em relação à tecnologia, ele afirmou que ela é a impulsionadora, mas que isso não é nada sem uma ideia fantástica. “Nunca devemos perder isso de vista”, concluiu. Fonte: The-DMA.org

Especialista aponta 5 tendências do varejo que podem estar passando despercebidas

Prever o futuro não é fácil, comentou Rohit Bhargava, CEO do Influential Marketing Group e autor do livro “Non-Obvious”, mas nem por isso deixamos de tentar. A chave, disse ele, na palestra que proferiu nesta segunda, 5/10, no evento Digital Retail Boot Camp, realizado na Filadélfia, é ser ponderado, curioso e observador, saber capturar o quadro geral e então desenvolver temas e significados. Em relação ao varejo atual, ele apontou cinco fortes tendências que devem ser acompanhadas de perto. 1. A imperfeição é mais atraente do que a perfeição. As marcas estão buscando ser mais autênticas. 2. As empresas estão buscando ajudar mais. Ser útil passou a ser o mantra de muitas empresas. 3. Todo consumidor é um superstar. Conscientemente ou não, ele espera ser tratado como vip. 4. Experimentos sociais são compartilháveis. “Beleza Real” da Dove é um exemplo disso. E estão vindo mais. 5. Nem todo canal tem que ser tudo. A chave é encontrar o momento certo e o canal certo para compartilhar experiências. Fonte: National Retail Federation

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