Google Express conquista o serviço de entregas de 17 grandes varejistas americanos. E outras notícias

14/09/2015

Habitantes de subúrbios e de zonas rurais preferem entregas no dia seguinte, o que torna o serviço do Google uma opção mais viável

O Google Express começou em 2013 com o nome Google Shopping Express, mas foi recentemente que ganhou um grande impulso. Ocorre que ficou claro que os consumidores que moram nos subúrbios das grandes cidades americanas e em zonas rurais preferem receber as compras no dia seguinte, diferentemente dos consumidores dos centros urbanos, que preferem a entrega no mesmo dia. Como resultado, 17 grandes varejistas, incluindo PetSmart, Costco, Kohl’s, Walgreens, Ace Hardware, Staples, Toys ‘R’ Us e Treasure Island Foods expandiram suas opções de entrega para incluir o serviço nos estados do meio oeste americano. No Google Express, os consumidores entram no site do serviço e compram os produtos oferecidos pelos varejistas locais participantes e a entrega é feita por eles. Fonte: Internet Retailer

Nos EUA, 22% dos assinantes de TV a cabo já assinam também Netflix e outros serviços OTT

Um novo estudo da Millward Brown Digital descobriu que cerca de 22% dos assinantes de cabo nos EUA assinam também um “over-the-top”, serviço de transmissão de vídeo como Netflix, HBO Now, Amazon Instant Video e Hulu. O estudo mostra que, embora algumas pessoas cancelem a assinatura da TV a cabo quando assinam com outro serviço, há um grande número que mantém os dois serviços. A Netflix é o maior fornecedor OTT, mas a HBO Now é o serviço que mais cresce. A Amazon Instant Video também está crescendo mais que a Netflix, provavelmente, por causa da força do seu programa Amazon Prime. A Hulu anunciou recentemente um plano sem comerciais, mas vem crescendo mais lentamente nos últimos trimestres. Fonte: Broadcasting&Cable

Medir desempenho de campanhas mobile é difícil, mas não impossível, mostra estudo

Modelos de atribuição procuram determinar como distribuir de forma mais eficaz o orçamento de marketing digital, o que é cada vez mais difícil dado a quantidade de canais à disposição dos consumidores. Principalmente via dispositivo móveis. Mas não se trata de uma tarefa impossível, de acordo com um novo relatório da eMarketer, “The Mobile Attribution Gap: Five Missing Links in Mobile That Make Attribution Harder”. Ele analisa um estudo de março de 2015, feita pela eConsultancy em parceria com a Adobe, que indica que um grande número de anunciantes globais e de agências estão patinando nesse campo, com muitos deles não conseguindo medir o desempenho de suas campanhas mobile, muito menos a atribuição total. 49% dos executivos das empresas e 53% dos executivos das agências disseram não medir o engajamento do usuário móvel nem o ROI móvel. Outras pesquisas mostram que essa capacidade limitada de rastrear o ROI das ações mobile está impedindo o crescimento das verbas móveis. O estudo concluiu que o principal problema está em acreditar que há uma metodologia, uma ferramenta ou uma resposta perfeita. Segundo Phil Gross, vice-president of product management da Visual IQ, o correto é pensar a atribuição como se fosse o foco de uma câmera. “Se a imagem está completamente borrada, qualquer movimento em direção ao foco vai lhe dar melhores resultado”, disse ele. Fonte: eMarketer

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