Disney fecha acordo com Amazon e Microsoft para seu serviço de filmes na nuvem

10/09/2015

'Avengers'Clientes das duas empresas poderão usar o Disney Movies Anywhere para guardar e acessar suas coleções de vídeos digitais

O Disney Movies Anywhere foi lançado em fevereiro de 2014, mas agora recebeu um grande impulso. O serviço funciona como uma biblioteca digital de filmes, permitindo que os usuários gerenciem e vejam os filmes que compraram online e também guardem cópias digitais dos filmes que têm em DVD e Blu-ray. Ele já funcionava com iTunes, Google Play e Vudu. A partir de agora, o serviço está disponível para os clientes da Amazon Video e Microsoft Movies & TV. Concretamente, significa que os proprietários do Xbox 360, da Microsoft, dos tablets Fire, Fire TV e Fire TV Stick, da Amazon, poderão acessar o serviço via um app, que poderá ser usado também para conexão com varejistas online para a compra de filmes. Ainda este mês, a oferta do serviço amplia-se: em 15 de setembro, o app do Disney Movies Anywhere estará disponível para os usuários do Roku e Android TV. Fonte: The Baltimore Sun

A Internet das Coisas está atraindo cada vez mais marcas. Inclusive, algumas surpreendentes

A “revolução das coisas” está andando mais rápido do que a maioria dos especialistas previram. As primeiras marcas a aderir à computação vestível foram as de tecnologia, como Samsung, LG e Apple, mas adesão começa a se ampliar. A Diageo agora usa sensores para transformar as garrafas de Johnnie Walker Blue Label em “objetos inteligentes”: elas podem ser escaneadas por smartphones e disparar mensagens, como receitas e promoções. Sensores também estão sendo implantados nos taxis londrinos, os famosos “black cabs”, para gerar publicidade dirigida. Mas a grande novidade mesmo vem dos campos de futebol americano: a NFL terá sensores nas proteções dos ombros de todos os jogadores na partida de abertura, Patriots vs Steelers, monitorando todos os movimentos deles em tempo real. Forte: MediaPost/IoT Daily

Como a IBM está conseguindo fazer a diferença no U.S. Open?

Gerando experiências móveis. O fato é que a organização desse evento que faz parte do Grande Slam, ou seja, é um dos quatro torneios de tênis mais importantes do mundo, descobriu que mais de metade da sua audiência consome conteúdo através de dispositivos móveis. Para alavancar o interesse, eles associaram-se com a IBM Interactive Experience, uma divisão da Big Blue especializada em digital design e tecnologia de back-end, para criar aplicativos que geram envolvimento dos fãs através da oferta de informações e análises em tempo real. Segundo Nicole Jeter West, diretora de estratégia digital do U.S. Open, os dados da IBM identificam momentos chave nas partidas, como por exemplo um marco específico na carreira de Roger Federer ou o percentual de pontos em primeiro serviço que Novak Djokovic tem contra determinado oponente, ajudando os fãs a terem experiências mais bem informadas. “Durante duas semanas, nosso website e nossos apps têm um tráfego 50 vez maior do que o normal”, comentou ela. “Por isso é importante ter uma infraestrutura que possa administrar isso. O pessoal da IBM (50 profissionais dedicados) realmente tornam-se parte do nosso staff durante o Open.” Fonte: The Wall Street Journal/CMO Today

 

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