Estudo da MMA mostra que anúncios nativos móveis são eficazes, mas…

02/09/2015

sponsored-content-native-ad1-ss-1920Dados conflitantes mostram que o formato desempenha bem, mas desagrada grande parte dos consumidores

Os anunciantes abraçaram entusiasticamente a “publicidade nativa” e há muitas evidências de que ela realmente funciona mais do que banners e outras formas “display”. O mais recente estudo nessa direção foi realizado pela MMA, Mobile Marketing Association. Mas, como dizem, nem tudo são flores na terra da publicidade nativa. Há muitos dados também que mostram que um grande percentual dos consumidores têm um comportamento ambivalente (em alguns casos, até hostil) em relação a esse formato. Segundo o estudo, os usuários afirma que passam 40% a mais do seu tempo envolvidos com anúncios nativos. Em compensação, 60% dizem preferir banners do que conteúdos patrocinados. E alguns chegam a dizer que o conteúdo patrocinado fere a credibilidade dos sites que o publicam. Fonte: Marketing Land

Amazon e Fresh Nation fazem parceria para distribuir produção local

A Amazon está testando um programa chamado Farmers Market Direct em três mercados do sul da California, desenvolvido em parceria com a startup Fresh Nation. A oferta do programa é distribuir produtos como frutas frescas e cestas de verduras e legumes, plantados e colhidos localmente. Caso seja bem sucedido, o programa será expandido em breve para todos os EUA. A Fresh Nation foi criada por Tony Lee, um ex-tecnólogo de Danbury, Connecticut, que abandonou uma carreira em e-commerce para dedicar-se ao tema. “Oferecer produtos alimentícios frescos e locais para mais pessoas, por um lado, e levar mais negócios aos pequenos fazendeiros e produtores, por outro – essa é a nossa missão”, diz ele. Fonte: Los Angeles Times

Return Path: como a frequência de envio impacta a taxa de leitura de emails

Os especialistas alertam que não há uma frequência de envio ideal de emails para garantir que sejam abertos e principalmente lidos. Ou seja, cada empresa enfrenta o desafio de encontrar a frequência ótima para suas marcas com testes e análises rigorosas. É possível, no entanto, aprender com as experiências dos outros. Nesse sentido, a Return Path publicou um estudo que realizou entre dezembro de 2014 e fevereiro de 2015, no qual estudou a relação entre a frequência de envio de emails e o envolvimento com o seu conteúdo, analisando envios para 13.836 assinantes de oito grandes varejistas de moda. Baseada em uma análise de regressão linear, as taxas de leitura mais altas foram encontradas na frequência de um email por semana – os consumidores leram um em cada três mensagens (0.32). De acordo com a consultoria MarketingSherpa, esse resultado corrobora o seu “benchmark study”, no qual 61% dos consumidores disseram querem receber emails promocionais “pelo menos semanalmente”. Voltando ao estudo da Return Path, as taxas de leitura decrescem à medida em que a frequência de envio aumenta. Na frequência de cinco vezes por semana, a taxa de leitura é de um em cada cinco mensagens recebidas (0,21), enquanto a frequência sete emails por semana viu a taxa de leitura cair para um em cada sete mensagens enviadas (0,15). Além disso, a Return Path descobriu que as reclamações dos consumidores aumentam rapidamente quando a frequência de envio de emails passa de cinco mensagens por semana. Ao exceder sete mensagens por semana, um décimos dos consumidores informam aos provedores tratar-se de spam. Fonte: MarketingSherpa

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