A semana que passou: o susto que a China nos deu, morte ao vivo — e outras notícias

31/08/2015

Desde 2011, o valor acionário das empresas não passava por uma ‘correção’, que é o termo técnico para uma abrupta queda, como a que ocorreu na semana que passou.

Culpa da China? Na verdade, culpa do fato de que o ‘capitalismo’, se é que podemos chamar assim ao conjunto de valores que norteia os mercados em todo o mundo, despreza solenemente sinais de problemas à frente e se agarra ao que tem na mão como um náufrago segurando uma tábua.

Aí, quando os ‘problemas à frente’ se concretizam é um ‘deus nos acuda’. O fato é que, ‘de repente’, ‘assim do nada’, os investidores na China demonstraram haver perdido confiança no banco central daquele país e os valores das ações desabaram.

Houve recuperação, na maioria dos casos, mas os sinais de ‘problemas à frente’ continuam claros. E claramente desprezados.

Trágico também foi o episódio dos jornalistas assassinados durante matéria ao vivo no estado americano da Virginia.  The New York Times fez uma matéria muito interessante, abordando a ‘interseção de vídeo, violência e mídias sociais’.

Para compensar, vamos trazer para a baila algumas corporações que estão lucrando enquanto ‘ajudam a melhorar o mundo’, na expressão da revistas Fortune, que fez uma lista com 51 empresas que têm essa características.

Entre elas, destacamos as operadoras Vodafone, britânica, e Safaricom, queniana, que criaram, em 2007, o M-Pesa, uma espécie de banco operado por celular e transformaram a economia do Quênia, movimentando quantias que “seriam literalmente guardadas debaixo do colchão” caso ele não existisse. Cerca de 42% do PIB do país é movimentado por meio do M-Pesa.

O Google (ou melhor, a Alphabet) é outra empresa na vanguarda da mudança. Segundo a Fortune, tornou-se “uma grande força contra a ignorância”. Um de seus esforços, Google Books, com mais de 25 milhões de livros escaneados, está se tornado “o mais abrangente arquivo de linguagem escrita”. Já o Google Earth, com seu mapeamento por satélite, ajuda cientistas a estudarem os efeitos do aquecimento global.

O Walmart tem se esforçado para criar produtos ecologicamente corretos. A distribuidora de energia italiana Enel gera 38% de sua energia a partir de fontes renováveis. A GlaxoSmithKline não apenas criou a Mosquirix, vacina contra malária, como está usando a renda obtida com ela inteiramente em pesquisas contra doenças tropicais. Toyota, Jain, Cisco, Novartis, Facebook… Veja a lista completa

No campo das mídias sociais, a principal novidade veio do Instagram, que acabou a limitação das imagens quadradas. Agora, pode-se publicar fotos nos formatos retrato e paisagem.

Outra novidade interessante veio do LinkedIn. A rede profissional lançou o Clipping on SlideShare: agora, você pode ‘clipar’ e salvar slides das apresentações. Muito útil.

Fontes: TechCrunch, Fortune, Exame, Bloomberg, The New York Times, Social Media Examiner, The Official LinkedIn SlideShare Blog, Instagram Blog

 

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