Netflix, Amazon e HBO Now abrem temporada de caça às crianças. E outras questões

18/08/2015

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Público infantil virou arma dos serviços de transmissão online, que não podem se dar ao luxo de perder o público adulto quando termina as temporadas dos programas de sucesso

A HBO fechou um acordo para apresentar as próximas cinco temporadas de Sesame Street no seu canal a cabo e também no serviço de transmissão online, o HBO Now. Segundo especialistas, quando a HBO decidiu levar a sério a Internet era só uma questão de tempo antes que demonstrasse interesse pelo público infantil. Porque, apesar dos serviços de transmissão online, como Netflix e Amazon, terem chamado a atenção com séries dramáticas ao estilo da própria HBO, como Orange Is the New Black e Transparent, o que pode evitar de forma mais evidente os cancelamentos das assinaturas quando as temporadas desses programas terminam é uma boa programação infantil. A dúvida fica por conta se a retenção é suficiente para pagar as contas, uma vez que a publicidade na programação infantil está cada vez mais sob fogo cerrado. Fonte: Bloomberg

Amazon pretende usar transporte público para entrega de produtos

Amazon está experimentando tudo quanto é tipo de forma de entregar suas encomendas, de drones a pessoas comuns. E agora apareceu com mais uma novidade: a empresa entrou com um pedido de patente na quinta-feira passada, 13/8, que descreve um plano para o uso transporte público – ou seja, ônibus, trens, metrôs, etc. Uma possibilidade é a Amazon instalar armários do lado de dentro ou do lado de fora dos veículos. Os clientes que usam uma determina rota poderão optar por receber suas encomendas no seu ônibus ou trem preferido. Ou, no caso dos moradores de uma área específica, pegar a encomenda no ponto de ônibus – seria enviada uma mensagem de texto quando o item estivesse próximo. Essa opção pode ser particularmente útil em áreas rurais. Fonte: The Wall Street Journal

Coca-Cola usa sensores de proximidade para turbinar ações dirigidas

Tratando-se da Coca-Cola, o uso de “beacons” em ações, ou seja, marketing hiperlocal, é quase uma revolução. Afinal, a marca parecia até agora ser praticamente uma refém do marketing de massa e suas campanhas nacionais e globais. Mas o fato é que o uso desses sensores podem acrescentar contexto e precisão a promoções desde que não sejam usados isoladamente como outras marcas ainda fazem. No caso em foco, um piloto conduzido durante maio e junho passado na Noruega, as pessoas que foram aos cinemas e tinham apps da revista VG em seus celulares receberam a oferta de uma Coca-Cola grátis. Ao pegar o refrigerantes, seus dados eram capturados pelos sensores e armazenados anonimamente na plataforma de mídia Unacast. Uma ação de retargeting era gerada alguns dias depois, com a oferta de um ingresso de cinema grátis. 24% clicou na primeira oferta. Desses, 50% resgataram o refrigerante. 60% dos que foram ao cinema clicaram no anúncio de retargeting e receberam a oferta do ingresso gratuito. 50% deles pegaram o ingresso. Uma promoção simples mas que permitiu que a Coca-Cola construísse perfis mais acurados para suas campanhas, com os beacons funcionando como “proxies” para ligar o mundo offline à campanha de retargeting online. Fonte: The Drum

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