Estudo aponta quais os tipos mais efetivos de recomendação personalizada. E outras novidades

12/08/2015

View Chart Online“Pessoas que visualizaram este produto também visualizaram esses” foi o tipo de recomendação que gerou mais receita. Confira outros.

Segundo a consultoria MarketingSherpa, a maioria das solicitações mais frequentes dos seus clientes tem a ver com personalização. Agora, eles acabam de publicar um estudo feito pela Barilliance, empresa que tem uma ferramenta de recomendações, com dados coletados em mais de 1,5 bilhão de sessões de compra em sites de ecommerce, durante o segundo trimestre deste ano, focando no uso e na receita associadas a recomendações personalizadas de produtos. Segundo o estudo, 11,5% da receita nesses sites foi atribuído a um dos 20 tipos de recomendações a que os visitantes dos sites que usam a ferramenta da Barilliance foram expostos. “Pessoas que visualizaram este produto também visualizaram esses” foi o tipo de recomendação que gerou mais receita — mais de dois terços (68,4%) da receita total. Outro significativo gerador de receita foi “Pessoas que visualizaram este produto terminaram comprando”. Seguido por “Você também pode gostar”, que é um tipo de recomendação altamente personalizada, baseada no comportamento atual e passado do visitante no site. Os analistas da MarketingSherpa comentaram que os resultados não são surpreendentes, considerando que a prova social, ou seja, nossa tendência para assumir que uma ação é mais correta porque outras pessoas a estão fazendo, tem sido testada e aprovada, tornando-se um “buzzword” no marketing. O estudo também descobriu que algumas “certezas” dos operadores dos sites não são tão certas assim. Por exemplo, 30,9% dos sites usam a recomendação “Clientes também compraram” na página do carrinho de compras, embora apenas 7,9% da receita veio dela. Por outro lado, a recomendação “Pessoas que visualizaram este produto terminaram comprando” na página de produtos que gerou 25,1% da receita estava presente em apenas 7.3% dos sites. Fonte: MarketingSherpa

Como as empresas aéreas estão indo atrás do público jovem

Jessica Festa, autora do blog RoadWarriorVoices, ouviu importantes executivos da Air France-KLM, SouthWest, Hawaiian, Cathay Pacific e Air Tahiti, sobre os esforços de suas empresas para atrair e engajar potenciais clientes da geração “millennials”, ou seja, jovens na faixa entre 18 e 34 anos. A diversificação é razoável mas em sua maioria envolvem o aperfeiçoamento da experiência do cliente através de tecnologia e uso de mídias sociais para dar apoio ao atendimento. Aplicativos digitais para facilitar os check-ins, por exemplo, já estão disponíveis para os clientes da Air France e da KLM. “Estamos constantemente trabalhando em detalhes inspirados, como conectores USB em cada assento, e desenvolvendo parcerias com os melhores artistas, designers e chefes jovens do Havaí para garantir que nossa marca se mantenha fresca e relevante”, afimou Avi Mannis, Senior Vice President of Marketing, Hawaiian Airlines. Noutra direção, a Air Tahiti descobriu que essa geração faz viagens de curta duração com muita frequência. A empresa aérea desenvolveu ofertas especiais e tarifas adequadas a essa demanda. Fonte: USA Today Travel

Seção de brinquedos da Target agora não tem mais distinção de gênero

Target, a segunda maior rede varejista dos EUA, anunciou em seu blog que vai parar com a sugestão de produtos baseada no gênero do comprador, em seções como brinquedos, entretenimento e artigos domésticos. A empresa disse que, apesar da distinção fazer sentido em artigos de vestuário, nos quais o caimento e o tamanho são chaves, não tem lugar em seções como roupas de cama para crianças ou brinquedos. As mudanças incluem a remoção da sinalização de produtos de cama para “meninos” e “meninas”. Em vez disso, a seção oferecerá produtos para “crianças”. Nas áreas de brinquedos também desaparecerão as referências a gênero, inclusive as prateleiras coloridas em rosa, azul, amarelo ou verde. O post foi publicado na sexta e na segunda pela manhã já havia recebido 1.400 comentários. Muitos elogios, mas também críticas de consumidores que estão ameaçando passar a compra no Walmart e na Amazon. Fonte: Mashable

 

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