Google cria empresa-mãe e anuncia fim da venda de midia YouTube pela AdX

11/08/2015

Página 'abc.xyz', usada para anunciar a criação da Alphabet, companhia manterá os serviços de internet do Google à parte do desenvolvimento de novas tecnologias. (Foto: Reprodução/abc.xyz)

Página abc.xyz foi criada para apresentar a nova empresa

Nova empresa vai abrigar Google e seus inúmeros negócios, com o objetivo de gerar sinergias

Nesta segunda, 10/8, Larry Page, co-fundador e CEO do Google, informou que ele e Sergey Brin, o outro co-fundador, estavam criando uma nova empresa chamada Alphabet que atuará como uma holding de todos os seus negócios. O anúncio foi feito através de um post no blog Google Investor Relations e faz absoluto sentido, na visão de analistas do mercado. Afinal, o Google nasceu como uma empresa que fazia buscas na Internet, mas com o passar do tempo expandiu seus interesses para praticamente tudo, de drones e indústria farmacêutica a fundo de investimentos. A Alphabet será o guarda-chuva de inúmeras empresas que já operavam paralelamente ao Google, sendo que esta será a maior delas. Além disso, a Alphabet irá também abrigar outros negócios, como a Nest, fabricante de termostatos inteligentes, e a Calico, empresa focada em longevidade. “Para Sergey e para mim, este é um novo e excitante capítulo na vida do Google – o nascimento da Alphabet”, escreveu Page no post. “Nós gostamos do nome Alphabet porque significa uma coleção de letras que representam a linguagem, uma das mais importantes inovações da humanidade, e está no centro de como indexamos com a busca do Google.” Fonte: The New York Times

Mais do Google: empresa dificulta venda de mídia para o YouTube e deixa mercado preocupado

Na quinta passada, 6/8, o Google anunciou que no final do ano a DoubleClick Ad Exchange (ou AdX), sua rede programática, não venderá mais anúncios para o YouTube. Agências e anunciantes terão que trabalhar diretamente com o Google, usando o AdWords ou o DoubleClick Bid Manager, recursos que já são usado para vender busca e anúncios TrueView. O problema, segundo o mercado é que fornecedores de tecnologia de publicidade, como TubeMogul, Atlas e DataXu, ao usar a tecnologia atual recebiam de volta insights e dados sobre os seus anúncios melhores do que o Google está disposto a fornecer. Ou seja, eles terão que buscar inventários de vídeo em outros locais, o que pode ser um grande desafio. Fonte: Adweek

 

Microsoft lança app que traduz 50 línguas no seu telefone – ou no seu relógio!

A Microsoft lançou Translator, um novo app para Android e iOS que traduz textos e falas em 50 línguas diferentes – inclusive klingon. Além de poder ser usado nos dispositivos móveis, o Translator funciona no Apple Watch e no Android Wear. O aplicativo também repete em voz alta os textos traduzidos em algumas línguas mais comuns, o que é bem útil quando se está viajando ou tentando aprender algumas frases chave. Se a tradução é perfeita? Aí depende das línguas com as quais você estiver trabalhando, afirma Abhimanyy Ghoshal, do TheNextWeb, que encontrou alguns erros na tradução do inglês para o híndi. Fonte: TheNextWeb

Com Internet das Coisas, Absolut vai usar Product Relationship Marketing

Até agora, a atuação das empresas de produtos de consumo ia até as prateleiras das lojas e supermercados. Daí para frente, o produto deixava de existir para elas. Mas isso pode mudar, graças à Internet das Coisas. Com produtos conectados, as empresas terão que pensar neles como fontes de dados e os modelos poderão se alterar completamente. Alguém aí pensou em assinatura, por exemplo? Uma das marcas que saiu à frente foi a Absolut Vodka. A marca acaba de contratar a primeira a agência focada especificamente na Internet das Coisas, a londrina Sharp End. A ideia é pensar na empresa mais como uma fornecedora de serviços. Segundo Markus Wulff, digital creative business developer da Absolut, “todo ano despachamos cerca de 100 milhões de garrafa de nossa vodca, mas é apenas uma embalagem estática de vidro com líquidos dentro. Se você olhar para a possibilidade de conectar esses produtos”, entusiasma-se, “tem mais ver com serviço do que com mídia.” Esse raciocínio é compartilhado por outros especialistas em Internet das Coisas que avisam que os profissionais de marketing terão que lidar com o conceito de personalizar cada e todo produto. Andy Hobsbawm, co-fundador da plataforma Evrything, chama isso de PRM, Product Relationship Marketing, querendo dizer que as marcas não deveriam considerar os produtos conectados apenas como outra plataforma para empurrar mensagens de marketing em cima dos consumidores. Fonte: Marketing Magazine

 

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