Estudo: descontos em programas de fidelidade funcionam melhor online. E outras questões

06/08/2015

Na Internet das Coisas, o marketing está indo além dos “beacons”. Confira abaixo

Oferecer descontos para quem prefere comprar em lojas físicas pode ser dinheiro jogado fora, já no caso do comprador online…

Clientes em geral não precisam do estímulo de um cupom de desconto para retornarem às suas lojas físicas preferidas, mas quem compra online tem um comportamento diferente. Essa é uma das principais conclusões do estudo “Loyalty programs and dynamic consumer preference in online markets”, realizado por Sanghee Lim, professora assistente da Johns Hopkins Carey Business School. Segundo esse estudo, provavelmente o primeiro a comparar a eficácia dos programas de fidelidade nos mercados online e offline, cupons de descontos enviados pelos programas de fidelidade são mais efetivos para incentivar a compra repetida no caso de consumidores online, pois o comportamento deles tende a variar mais, eles buscam mais intensamente por barganhas e são menos fieis aos websites. “Lojas offline podem estar diminuindo seus lucros quando oferecem recompensas a clientes que voltarão de qualquer maneira, independentemente do desconto que lhes for oferecido”, afirmou Lim. “Compradores online, por outro lado, podem usar um cupom para revisitar um website de varejo ainda que ele não esteja na lista de seus favoritos. O estudo pode ser adquirido em http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0167923615001025 Fonte: RetailWire

 

Internet das Coisas: o marketing já está indo além dos “beacons” tradicionais?

Simplificadamente, beacons são a porta pela qual o marketing entrou na Internet das Coisas. Esses sensores usam bluetooth para identificar smartphones de pessoas que baixaram aplicativos com os quais eles podem se comunicar e estão sendo usados principalmente por varejistas para enviar mensagens a consumidores específicos que estão dentro das lojas e próximos a produtos que lhes interessa. A empresa que saiu na frente foi a Apple, mas a revolução continua. Recentemente, o Google lançou um novo padrão, aberto, para beacons, que pode aumentar dramaticamente a instalação desses equipamentos. E uma startup apresentou um sistema baseado em acelerômetro que sente padrões vibracionais em qualquer superfície. Assim, quando a superfície detecta uma batida, ela ativa o wi-fi e envia o padrão da batida para a nuvem determinar a reação apropriada – uma determinada batida na mesa de um restaurante, por exemplo, pode disparar uma mensagem que será entregue no smartphone. O importante é que isso transforma superfícies em dispositivos interativos, que podem ser usadas por consumidores para requisitar uma ação de uma marca. Resumindo, os sensores vão estar em todos os lugares, criando plataformas interativas para atingir consumidores. E agora está na hora de começar a trabalhar no que vai rodar nessas plataformas. Fonte: MediaPost IoT/Daily

Mobile Wallet Marketing: ofertas, cupons e fidelidade no centro do ringue

Segundo um novo relatório da eMarketer, “The Mobile Wallet: Six Things Marketers Should Know”, a substituição das carteiras de couro ou bolsas de griffe por celulares ou smart watches não vai ocorrer tão logo, mas isso não quer dizer que as marcas – principalmente as marcas do varejo – possam ignorar a fantástica oportunidade de marketing que “mobile wallets” oferecem. À medida em que as pessoas se acostumam a usar seus dispositivos móveis para pagar no ponto de venda, “mobile wallets” vão se tornar autêntico hubs através dos quais as empresas fornecerão aos consumidores mais contexto e conveniência. Ofertas, cupons e programas de fidelidade não são exatamente novidades, mas a conexão dessas táticas a “mobile wallets” garante exatamente mais contexto e conveniência ao consumidor no momento da verdade da compra, oferecendo-lhe insights em tempo real que as empresas podem mobilizar imediatamente para melhorar o desempenho ou atingir objetivos específicos. “eu acho que o primeiro caso de uso [do marketing via mobile wallets] é o de envio de ofertas mais relevantes e dirigidas especificamente a um consumidor que está pronto para tomar uma decisão de compra”, disse Alistair Goodman, CEO da Placecast. Ele esclareceu que o histórico de compras anteriores pode ser triangulado com informação de localização em tempo real para entregar mensagens contextualmente poderosas e ofertas para indivíduos no momento perfeito para provocar uma ação desejada. Fonte: eMarketer

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