Advinhe: Apple e Google vão saber o que você quer antes mesmo de você. E outras questões

05/08/2015

Clive Sirkin, Chief Marketing Officer, da Kimberly-Clark, acha que modelo Uber pode ser adotado por agências. Confira abaixo

Novos recursos têm o objetivo de antecipar as necessidades dos usuários de smartphones

As duas gigantes tecnológicas estão apostando corrida para ver quem consegue antecipar primeiro as necessidades de seus usuários. A base para isso já têm: seus softwares rodam em praticamente todos os smartphones do mundo. E agora estão adicionando recursos que vão entregar informações antes que seus usuários as solicitem. Os movimentos que já fizeram sugerem que os smartphones evoluirão para dispositivos que oferece informação não diretamente requisitada. As tecnologias são diferentes, refletindo expertises e prioridades de cada uma. O Proactive Assistant, recurso presente no iOS9 da Apple, visa aprender como o usuário se comportará a partir da informação armazenada em seu iPhone. Já o Google Now vasculha dados de um universo de serviços online e buscas. Fonte: The Wall Street Journal

Agências-Uber: anunciantes estão buscando novo modelo?

As agências deveriam considerar o desenvolvimento de uma abordagem ao estilo da Uber, na opinião de Clive Sirkin, Chief Marketing Officer da Kimberly-Clark. O modelo implicaria em manter a responsabilidade pelo relacionamento com o cliente, pela estratégia criativa e pelo gerenciamento dos dados, mas não a execução. O executivo, que já trabalhou na Leo Burnett, afirmou não querer dizer para as agências como operar seu negócio, mas que, se tivesse dirigindo uma, estaria se perguntando “como o modelo Uber funcionaria em nosso caso”. Um raciocínio similar foi desenvolvido pelo CMO da Unilever, Keith Weed, que elogiou a Uber, a Airbnb, que aluga em vez de ser possuir propriedades, o Alibaba, que é principalmente um agregador de pequenos varejos, e Facebook, que se tornou uma grande empresa de mídia sem possuir os conteúdos que publica. Fonte: Advertising Age

Estudo: anúncios interativos de tela cheia têm maior recall

As verbas de publicidade digital nos EUA cresceram 21,8% este ano, indo para mais de US$ 27 bi – em 2019, deverá atingir US$ 47,35 bi. Com tanto dinheiro em jogo, os anunciantes precisam escolher com cuidado os formatos que conseguirão se destacar em meio à crescente concorrência. Uma pesquisa de abril de 2015 feita pela Ipsos Connect para a Undertone analisou o recall obtido por diferentes formatos e dispositivos e descobriu os anúncios interativos de tela cheia batem todos os outros em termos de recall. Isso ocorre principalmente em dispositivos móveis, como smartphones e tablets. Fonte: eMarketer

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