Internet das Coisas: 13 bilhões de dispositivos conectados este ano – e vai a 39 bilhões em 5 anos! Mas…

31/07/2015

Nem todo dispositivo conectado faz parte da IoT – é necessário algum nível de análise

Esses números foram estabelecidos por um estudo da Juniper Research. E mostram que haverá um crescimento impressionante no período de 5 anos: 285%! O estudo levanta uma outra questão que aparentemente não vem sendo levado em conta: conectar simplesmente um dispositivo à Internet não significa que ele passa a fazer parte da Internet das Coisas. A consultoria sugere que, para que a Internet das Coisas realmente ocorrar, é necessário algum nível de análise, em algum estágio do processo, com o objetivo de fornecer inteligência para ser usada por outras coisas conectadas. Em outras palavras, o marketing é fundamental no processo. Até porque o segmento voltado ao consumidor do IoT, ou seja, casas inteligentes, veículos conectados e saúde digital, representa o maior potencial de receita por usuário. Fonte: MediaPost/IoT Daily

América Latina tem 155,9 milhões de usuários de smartphones (Brasil representa um terço)

A consultoria eMarketer estima que, este ano, a América Latina chegará a 155,9 milhões de usuários de smartphones – 22,2% mais do que no passado. Em 2019, esse número chegará a 245,6 milhões. O estudo chama a atenção de que, embora a região seja formada por mais de 40 países, a maior parte dos usuários de smartphones está concentrada em seis deles – Brasil, Argentina, Chile, Colombia, Mexico e Peru representam 84% da base de usuários. Os números do Brasil são 49,1 milhões de usuários em 2015 e  77,6 milhões em 2019. Fonte: eMarketer

Nos EUA, anunciantes levaram US$ 1,bi  da TV para o digital

As verbas para digital no mercado americano cresceram 16% entre outubro do ano passado e junho deste ano, de acordo com novos dados da Standard Media Index. A SMI, que analisa 80% das verbas aplicadas nacionalmente, estima que a publicidade digital nesse período aumentou em US$ 3 bilhões, do quais 1 bilhão foi “orgânico”, ou seja, às custas das verbas de outras mídias, especialmente TV. Apesar disso, televisão continua sendo o destino do maior volume de verbas. Anunciantes ouvidos pela empresa afirmaram que investiriam ainda mais em digital, por reconhecer que o meio oferece maneiras mais sofisticadas e eficientes em termos de custo para atingir audiências, se houvesse métricas melhores de mensuração do ROI e a certeza de que os anúncios online estão de fato influenciando as decisões de compras. Fonte: The Wall Street Journal

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